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Eduardo de Novaes UCHÔA
was born 29 Mai 1986 in Niteroi - Rio de Janeiro. Parents:
Andre Luiz Kraichete de Miranda UCHÔA and Maria
Auxiliadora Novaes UCHÔA. Ena de
Miranda UCHÔA
was born on
15 Jun 1911 in Campos / RJ. She died on 15 Mar 1995 in Brasilia / DF. She was
buried in Brasilia / DF. - ENA
MORGADE DE MIRANDA -
= ENA DE MIRANDA UCHÔA = Filha de ANTONIO e LOLA, nasceu na cidade de CAMPOS, no dia 15 de junho de 1911. Foram seus padrinhos, seus avós maternos, PERCILIANA e JOSÉ MARIA. Este, como bom súdito dos reis da Espanha, colocou em sua primeira neta o nome de solteira de sua rainha: ENA. Ena tinha seis meses quando seu avô levou-a para sua companhia, onde ficou até os 17 anos. Ela chamava seus avós de "papai" e "mamãe", para diferenciar de seus verdadeiros pais, a quem chamava de "meu pai" e "minha mãe". Teve uma infância maravilhosa, pois seus avós a adoravam e a educaram debaixo dos princípios de uma moral sã e rígida. A chácara de seu avô era muito grande e possuia muitas árvores frutíferas, mas a preferida de ENA era uma frondosa mangueira, à sombra da qual, dentro de uma caixa dágua vazia, construiu sua casa de bonecas, passando, aí, várias horas a brincar. Dormia em companhia de sua tia avó BEATA, num quarto com dois oratórios cheios de santos, que ficavam floridos e iluminados por ocasião dos festejos juninos, o que muito a encantava. A menina cresceu nesse ambiente puro e tranquilo. Gostava de subir em árvores, fazer vestidos para as bonecas e ir às festas religiosas com sua avó. Passava as férias com seus pais: primeiro na FAZENDA COLEGINHO e, depois, nos hotéis. Seus 15 anos, festejou no Hotel de BOM JESUS DE ITABAPOANA. Cursou a Escola Normal de Campos, concluindo seu curso em 1927, quando foi morar com seus pais, em Vitória, capital do Espirito Santo. Foi sempre alegre e comunicativa, gostava de festas e carnaval. Possuia bonita voz lírico ligeiro, cantando em reuniões e horas de arte. Aperfeiçoou seus estudos em Vitória, num Curso Superior de Cultura Pedagógica. Em 1929 conheceu o engenheiro ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA. Conferências espiritas os aproximaram e, em 24 de dezembro de 1930, ficaram noivos. No dia seguinte, 25, ela foi para a cidade de Campos, visitar o avô que estava muito doente e que veio a falecer no dia 30 Dez. Voltou a Vitória em fevereiro para ajudar o pai na mudança para MUQUI, pois havia sido vendido o Hotel MAJESTIC, de sua propriedade. Foi nomeada professora para uma escola isolada e, depois, para o Grupo Escolar de Muqui. Ficou noiva durante dois anos, indo o noivo visitá-la sempre. Ele saira de Vitória, para o Rio de Janeiro, pois voltara ao Exército, em 1930, graças à anistia aos revolucionários de 1922. Casaram-se no dia 12 de janeiro de 1933, na cidade de MUQUI, e embarcaram para o Rio. Moacyr achava que o nome " ENA" não tinha tônica e, por isso, passou a chama-la de "ENITA". ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ No início de 1934 Moacyr foi transferido para Barreiros, no interior de Pernambuco, onde foi trabalhar na construção de uma remonta do Exército. Alguns dados curiosos sobre a vivência de Ena nessa cidade, encontram-se no resumo biográfico de Moacyr, escrito pela própria Ena. Em 1935, com a promoção a capitão, o casal mudou-se para Recife e, daí, em 1936, retornou ao Rio de Janeiro, indo residir em Niterói, na casa dos pais de Ena, à Rua Moreira Cesar Nr 160 - Icaraí, onde nasceram seus filhos Luiz Carlos Krish, Anna Maria Christina e Paulo Roberto Yog. O casal adquiriu uma casa na Rua Joaquim Távora, também em Icaraí, onde residiu por algum tempo, até a transferência para Resende, no Estado do Rio, em março de 1945. A vida em Resende, com Moacyr trabalhando na Academia Militar das Agulhas Negras, foi muito tranquila e feliz, com as férias passadas, quase sempre, em Niterói, na casa de Lola e Antonio Miranda - os pais de Ena. As crianças adoravam a casa da Dinda, na rua Lopes Trovão Nr 32, em frente ao trampolim que, imponente, existia no meio da praia de Icaraí. No dia 1º de abril de 1951, quando a família se dirigia para o cinema, ENITA disse aos filhos: Vocês vão ganhar um (a) irmãozinho(a)! Coitada da ENITA, ninguém acreditou nela, pensando tratar-se de uma brincadeira de 1º de abril. Mas era verdade. Em 26 de Setembro daquele ano, nasceu a filha Angela Maria Cristina, que veio destronar, onze anos depois, o caçula Paulo Roberto. A casa onde moraram, na rua Vilagrant Cabrita Nr 3, na Vila Militar, em Resende, era ampla, 2 andares e palco de muitas brincadeiras da infância alegre e descontraída dos filhos do casal. Também foi naquela casa que ENITA fez grandes amigos no "plano invisível", ou seja, entidades que compareciam, frequentemente, nas sessões de materialização promovidas por Moacyr. Os mais "chegados" eram Terezinha, Atanásio, Ismael e Paulista, este ultimo, em especial, era invocado por ENITA sempre que uma situação difícil a atormentava. Em 1957, Moacyr foi nomeado para fundar e ser o primeiro comandante do Colégio Militar de Salvador. E lá se foram eles para a Bahia, acompanhados, apenas, por Angela Maria, posto que Luiz Carlos estava se formando na Escola Naval, Anna Maria estudando em Niterói e Paulo Roberto terminando a Escola Preparatória de Cadetes, em São Paulo. Em Salvador, ENITA prestou grande apoio e ajuda a Moacyr, inclusive como "primeira dama" do Colégio Militar, missão que desempenhou com desenvoltura e meiguice. Em 1960 Moacyr deixou o Comando com um belo elogio do Ministro da Guerra, General Teixeira Lott, indo cursar a Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, após o que, passou para a Reserva. Nessa época, o casal já havia trocado a casa da rua Joaquim Távora por dois apartamentos (transformados em um único), no edifício construido sobre o terreno da casa. O endereço passou a ser Av Ary Parreiras, 28, Edifício Califórnia, 4º andar, onde moraram até 1968, quando foram residir em Brasília. Com o falecimento de sua mãe LOLA (a querida "Dinda" de seus filhos), em 1962, seu pai, ANTONIO MIRANDA, após residir um período com a irmã Néa e, depois, algum tempo com a filha Anna Maria, foi morar, em definitivo, com o casal ENA & MOACYR. Em 1968, os quatro (Ena, Moacyr, a filha Angela e o pai Antonio) mudaram-se para Brasília. Depois de residirem, na nova capital, em alguns apartamentos em carater provisório, com a venda do Apto de Niterói compraram sua moradia definitiva na Super-Quadra-Sul 104, Bloco E, Apto 305. E, aí, teve início toda uma fase de vida intensa, sempre balizada no espírito de pesquisa, dinamismo e idealismo de Moacyr, que encontrava, em ENITA, uma companheira extremamente dedicada, colaboradora de todas as horas e incansável no apoio em quaisquer circunstâncias. Nessa época, vamos encontrar a melhor síntese para ENITA, no belo soneto que seu marido lhe dedicou por ocasião de um Dia das Mães e publicado em seu livro de poemas "Oasis de Luz": À querida Enita És mãe, neste dia, cânticos suaves Chegam ao teu coração, mensagem das estrelas, Falando-te de amor e da inspiração de vê-las Em noites virginais de espaços inefáveis! É que, querida Enita, soubeste amar Nas lutas desta vida, alma enriquecida, Os teus pais, os teus filhos, nunca esquecida Do amor do teu marido, juntos a lutar. E as Bênçãos do Senhor, em céus alcandorados, Buscaste sempre e sempre, luz no coração, Bondade sem limites, frutos alcançados De cósmico amor, beleza das Alturas, Espiritualidade maior. Emoção De grandeza sutil, sem par, das Almas Puras. Com as pesquisas sobre Disco Voador realizadas durante muitos anos em uma fazenda nas proximidades de Alexânia, o casal acabou adquirindo, no início da década de 70, um sítio naquela localidade, batizado de "CANTINHO DA VOÍTA", palco de muitas e muitas alegrias de ENITA, Moacyr, filhos, netos e amigos, bem como fonte de inspiração como a cantiga composta pelo filho Paulo Roberto: Hoje é sexta-feira, pega a tralha e vai Passar dois dias de alegrias com mãe e pai. Esse céu azul, vem nos convidar P'ra no CANTINHO DA VOÍTA passear... Aquela casinha, nos faz bem lembrar A da Carochinha, feita p'ra sonhar. Na varanda a rede e o beija-flor, No jardim as rosas e o anãozinho em cor. Hoje é sexta-feira... Frutos p'ra colher, sol p'ra se queimar, Banho bom de rio, antes de almoçar... Jogos, brincadeiras, fome e confusão E ao cair da tarde, canto e violão... Hoje é sexta-feira... Se lá fora é frio, dentro faz calor, Pois Voíta traz mais um cobertor. Lá p'ra meia-noite, todos dão as mãos. Prece em sintonia, paz em vibrações... Hoje é sexta-feira... A data de 12 de janeiro de 1983 foi um belo marco na vida do casal, que comemorou suas bodas de ouro no Clube do Exército, em Brasília, reunindo dezenas e dezenas de amigos e parentes numa cerimônia planejada, escrita e conduzida pelo filho Paulo Roberto, que recebera carta branca dos irmãos para idealizá -la, dentro dos princípios filosóficos e místicos que caracterizavam o querido casal. A beleza da cerimônia e as emoções vividas naquela noite inesquecível ficarão registradas, para sempre, no mais profundo dos corações de todos aqueles que ali compareceram. Na parte superior do convite para as Bodas de Ouro, estava escrito: "O VERDADEIRO MATRIMÔNIO É UMA GRAÇA INTERNA E ESPIRITUAL QUE APROXIMA DUAS CRIATURAS" Do texto da cerimônia, extraimos: " E na certeza da Divina Presença do Amado Mestre Jesus, voltemos nossos pensamentos para os queridos ENA e MOACYR que completam, hoje, meio século de viver comum, em amor e em serviço." " Mas eles se vêm amando e unidos desde longas idades, através dos distintos e múltiplos aspectos e circunstâncias com que a vida humana brinda as almas em seu eterno viver: amigos, irmãos, esposos, amantes, mães e filhos, pela longa cadeia da evolução humana. E nossa mente, correndo ao longo da Senda Eterna, que ignoramos quando começou e quando há de terminar, quantas vezes irá encontrar as mesmas flores no mesmo jardim ?" " Para quem já conseguiu levantar uma pequenina ponta do véu sagrado que esconde do vulgo os segredos divinos, não há mistério nem enigma nessas sublimes alianças de almas que, unidas, vêm se encontrando, em cumprimento às leis indeléveis, através da noite dos tempos." " Mas o tempo é a imagem móvel da imóvel Eternidade. Portanto, fixemo-nos no AQUI e AGORA." " O homem, ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHÔA, faz hoje idéia nítida e precisa da direção da evolução, e tem dedicado sua vida a cooperar com ela, auxiliando e orientando os seus irmãos de jornada. Os membros da Grande Hierarquia, em cujas mãos está a evolução do Mundo, buscam homens como ele, predispostos para a missão, orientando-os no que lhes falta para poderem auxiliá -Lo na Grande Obra." " A mulher, ENA DE MIRANDA UCHÔA. A abnegação de seu amor é tão grande que se constitui em uma indispensável aliada no caminho do discipulado. O Mestre de um, é o mesmo do outro. Ele é um montinho de terra fértil. Ela, a roseira branca que nasceu, cresceu e floresceu nele..." " E ambos fazem de seus corações um pequeno templo de amor!" O momento culminante da cerimônia foi, sem dúvida, aquele em que foi solicitada, simbolicamente, a presença do Excelso Mestre MORYA para proceder à bênção do casal. Sempre muito viva, participante, forte, saudável, amorosa e decidida, ENITA era o exemplo e o polo catalizador da família. A partir do final da década de 80, quando os problemas de coluna de Moacyr foram se intensificando, levando-o à cadeira de rodas e, posteriormente, ao leito permanente em conseqüência do derrame cerebral que o acometeu em agosto de 1991, ENITA se tornou em uma "gigante" de dedicação, em uma demonstração da ilimitada capacidade de abnegação a que pode atingir o ser humano. Superou a si mesma e tornou-se, para o seu querido Moacyr, no anjo de amor e ternura, segundo palavras do próprio marido. Era chamada, carinhosamente, de "MINHA FLORZINHA" pelo filho Paulo Roberto, o qual a presenteava, frequentemente, com motivos relacionados às flores. No dia em que completou 80 anos, 15 de junho de 1991, dele recebeu uma fita de vídeo (Paulo Roberto morava nos Estados Unidos) editada caprichosamente e montada à base de parábolas, fantasia e flores - que ele filmara na primavera, já para esse fim - emoldurada por belas músicas. Na fita, a inspiração do filho colocou seu nome em uma doce parábola: Era uma vez uma flor e um jardim. Nunca o Jardineiro deixou de regá-los, Até que um dia... Descobriu que poderia deixar a flor Encarregada do jardim. Missão sublime, pensou a flor, Incansável na tarefa de Regar, com extremado amor e perfume, Aquele jardim que lhe fora confiado. Nela, o Jardineiro desenvolveu a pureza Dos anjos, que ela expressa através de sua Aura branca como as pombas do Paraiso. Um dia, nasceu de seu pólem um pequeno botão que Cresceu, que a ama muito... e que sou eu... Hoje, a flor, a minha mãe, é um retrato do Jardineiro. Oitenta anos de Divino Exemplo está completando A florzinha do meu coração!!!... A última cena dessa fita era o close de uma linda rosa, muito branca, por sobre a qual, em letras douradas, mais um acróstico surgiu: Em cada flor eu te vejo Nelas te sinto o calor. Intensamente desejo Te confessar meu amor... A ti, florzinha, meu beijo!!! ENITA parecia personificar o amor, o carinho, a dedicação. Todos os filhos e netos se enterneciam ao cantar a musiquinha composta pela filha Ângela: Minha mãezinha, tão bonitinha, És a fofinha do meu coração. Ela dá bronca, fica zangada, Eu de fofinha não chame mais não! Então eu faço esta toada P'ra lhe dizer do meu grande amor. Minha mãezinha és a estrela Que guia os passos e nos dá calor . Mãe adorada, gentil companheira, És nosso tesouro de infindo valor Teu amor conforta, inspira e seduz, Éés minha mãezinha qual raio de luz.. Toda madrugada paciente esperas, És doce exemplo de dedicação A tua presença é felicidade. Estejas conosco pela Eternidade... No dia 12 de janeiro de 1993, ao completar suas Bodas de Diamante, 60 anos de casada, seu querido Moacyr, já bastante doente, lhe ofereceu uma orquídea, acompanhada de um cartão, com a seguinte dedicatória: Muito emocionante, impressionante mesmo, este sentimento que ora procuro transmitir a você, minha queridíssima Enita, nesses 60 anos de vida de VERDADEIRO AMOR, agora revigorado e purificado pela Beleza e Espiritualidade do branco tão perfeito, expressivo das pétalas dessa Orquídea. Aceite, pois, esta singela lembrança desse seu Amor que transcende as fronteiras desse mundo, subindo ao Plano onde operam e trabalham os Excelsos Seres da Espiritualidade do nosso planeta. Do eterno seu, Moacyr. Na noite desse belo 12 de janeiro de 1993, em seu apartamento de Brasília, reuniram-se seus filhos, genros noras, netos e amigos, para comemorar data tão marcante. Em determinado momento, sua filha Angela foi para o piano e todos fizeram uma surpresa para o casal, cantando, em coro, a música da Noviça Rebelde, de cuja melodia Enita e Moacyr tanto gostavam, só que, naquela noite , com uma letra composta pelo filho Paulito, especialmente para aquela ocasião: ENA E MOACYR - 60 PRIMAVERAS (Letra: Paulito - Música: do filme A Noviça Rebelde) I É - de - vo - cês - es - ta - can São sessenta primaveras De amor e devoção! Moacyr - Enita os dois, Um exemplo de união! Duas velas, uma luz Sob as bênçãos de Jesus. Nós, teus filhos, te saudamos, Cantando, assim, em gratidão: II É - de - vo - cês - es - ta - can São Luiz Carlos e Mathilde, Cláudia, Marcelo André, Alexandre e Dolinha, Eduardo, Rafaela, Carolina e Camila Vieram de Niterói P ra beijá-los neste dia E p ra cantar, com alegria, III É - de - vo - cês - es - ta - can São o Paulo e Anna Maria, Paulo Sylvio, mais Sylvana; São a Flávia, Luiz Cláudio E a Larissa e a Liliana, Todos, hoje, aqui presentes Nesta festa de amor, A cantar com alegria Esta canção em teu louvor... IV É - de - vo - cês - es - ta - can São Paulito e Regina, Mais Liane e João; São Denise mais o Matt Com vocês no coração! Não existe longe ou perto, Neste dia especial, Pois o amor que te dedicam Transcende o espaço sideral V É - de - vo - cês - es - ta - can São Xeloca e João Anna Paula e Ana Luiza Que te amam e que completam Tua, hoje, descendência. Doce o Karma que nos fez Vir à Terra com vocês E aprender o que é o amor... E aprender o que é o amor... VI É - de - vo - cês - es - ta - can São os filhos, genros, noras, Lindos netos e bisnetos Mais parentes e os amigos Incontáveis que tu tens. Os presentes e os ausentes Vão, agora, em sintonia, Te brindar por este dia Com um caloroso PARABÉNS!!! Falar sobre ENITA é deixar falar o coração, ainda e sempre repleto de amor para com ela. O vazio deixado por sua partida, a saudade imensa de sua presença, doem muito. Pessoa boa, generosa, desprendida, dedicada e, sobretudo, que sabia amar em plenitude: à Deus, à sua família, ao próximo... Era, ao mesmo tempo, um Amor Suave - que acariciava, admirava, embalava - e Forte, que apoiava e se fazia sentir nas horas mais necessárias. O seus amor abrangente fez com que fosse, também, muito amada. E a vida lhe foi gratificante. Colheu o que sempre plantou: AMOR. Como filha, foi dedicada; como esposa, companheira amorosa e abnegada; como mãe, sempre atenta à felicidade de seus filhos e, após eles, de seus netos e bisnetos; como amiga, sempre atenciosa e presente em todos os momentos. Sua alegria, otimismo, compreensão, dedicação e amor - seu Exemplo de Vida - a fizeram, ou melhor, a fazem uma mulher fantástica, inesquecível. Parents: Antonio Manhães de MIRANDA and Dolores (Lola) Morgade de MIRANDA. She was married to Alfredo Moacyr de Mendonça UCHÔA on 12 Jan 1933 in Muqui - Espirito Santo. Children were: Luiz Carlos Krish de Miranda UCHÔA , Anna Maria Christina Uchoa MASCARENHAS, Paulo Roberto Yog de Miranda UCHÔA, Angela Maria Cristina Uchôa ABREU BRANCO. Florita
UCHÔA Francisca
de Mendonça UCHÔA. Parents: José Zeferino
de Mendonça UCHÔA and Benedita Pinheiro de
Mendonça UCHÔA. Francisca
de Mendonça Uchôa UCHÔA. She was married to Manoel Joaquim de Mendonça Uchôa UCHÔA. Children were: José Zeferino de Mendonça UCHÔA. Idalina
de Mendonça UCHÔA
was born on
6 Oct 1874 in Passo do Camaragibe - AL. She died on 24 Jun 1948 in Resende -
RJ. - IDALINA DE MENDONÇA
UCHOA
Filha de Luiz Antônio Moreira de Mendonça e Maria Idalina Moreira de Mendonça, nasceu no dia 6 de outubro de 1874, no Engenho Serra dÁgua, Município de Passo do Camaragibe, em Alagoas. Estudou no Recife, em colégio interno, de freiras francesas. Falava bem o francês, tocava piano e cantava com boa voz. Conheceu seu primo ALFREDO em uma festa de natal, em Matriz de Camaragibe. Ficaram noivos e se casaram no dia 26 de dezembro de 1903. Foram residir em Murici, onde seu marido era promotor. Dessa união nasceram 9 filhos: Cauby, Alfredo Moacyr, Darcy Bolivar, Maria do Carmo, Luiz, Maria José, Maria de Lourdes, Inah e José. Dos nove, seis morreram cedo. Apenas MOACYR, DARCY e MARIA DE LOURDES (DILU) sobreviveram. A vida do casal, já descrita no resumo biográfico do marido ALFREDO, continuou em Maceió, por muitos anos. IDALINA faleceu em casa de seu filho MOACYR, então coronel do Exército e residente em Resende, RJ, na Academia Militar das Agulhas Negras, no dia 24 de junho de 1948, onde se achava a passeio. Parents: Luiz Antonio Moreira de MENDONÇA and Maria Idalina Moreira de MENDONÇA. She was married
to Alfredo de Mendonça UCHÔA on 26 Dec 1903.
Psiquiatra de renome em São Paulo e no Brasil.
Ildefonso
de Mendonça UCHÔA Parents: José Zeferino
de Mendonça UCHÔA and Benedita Pinheiro de
Mendonça UCHÔA. Inah
de Mendonça UCHÔA Parents: Alfredo de Mendonça
UCHÔA and Idalina de Mendonça UCHÔA
. João
Lopes UCHÔA was an Oficial do Exército. He Na reserva, fixou
residência em Brasília. He Casou-se com a filha de seu Comandante.
He Casou-se em S.João Del Rei. Parents: Olímpio
de Mendonça UCHÔA. José
de Mendonça UCHÔA. Parents: Alfredo de Mendonça
UCHÔA and Idalina de Mendonça UCHÔA
. José
de Mendonça UCHÔA Conhecido (a) como Tio Juca. He was a Médico.
He Fixou residência em Resende-RJ. He exerceu a profissão de Médico.
Parents: José Zeferino de Mendonça UCHÔA
and Benedita Pinheiro de Mendonça UCHÔA.He was married to Maria de Mendonça UCHÔA . Children were: Paulo Cesar de Mendonça UCHÔA , Luiz Eduardo de Mendonça UCHÔA, Maria Elisa de Mendonça UCHÔA, Lêda Uchôa do AMARAL, Marion de Mendonça UCHÔA.
José
Zeferino de Mendonça UCHÔA
died in 1920.
He was born 26 Ago 1844 in Paço do Camaragibe - AL.
- JOSÉ ZEFERINO DE MENDONÇA UCHÔA -
Nasceu no dia 26 de agosto de 1844, no Engenho Travessão, município de Passo do Camaragibe, Alagoas. Advogado formado pela Faculdade de Direito do Recife, foi juiz de direito em Santa Luzia do Norte - Alagoas e, a seguir, em Murici, em cujo município possuia o Engenho de Acucar ESTREITO e o de BITITINGA, hoje transformado em usina. Era queridíssimo pelos netos a quem gostava de contar algumas inocentes aventuras de sua vida de moco. Casou-se com BENEDITA LOPES PINHEIRO. Faleceu com 76 anos. Parents: Manoel Joaquim de Mendonça Uchôa UCHÔA and Francisca de Mendonça Uchôa UCHÔA . He was married to Benedita Pinheiro de Mendonça UCHÔA. Children were: Alfredo de Mendonça UCHÔA, Virgílio de Mendonça UCHÔA , Ildefonso de Mendonça UCHÔA, Josefina de Mendonça UCHÔA, Francisca de Mendonça UCHÔA, Artur de Mendonça UCHÔA, José de Mendonça UCHÔA, Olímpio de Mendonça UCHÔA. Josefina
de Mendonça UCHÔA Conhecido (a) como Sinhazinha. Parents:
José Zeferino de Mendonça UCHÔA and
Benedita Pinheiro de Mendonça UCHÔA. Liane
Pereira de Mendonça UCHÔA
was born on
8 Nov 1967 in Brasilia - DF. - LIANE
PEREIRA DE MENDONÇA UCHÔA -
asceu em Brasília, 08 de novembro de 1967. Desde neném constituiu-se em um problema para sua mãe quanto à alimentação. Sempre comeu pouco e de forma preguiçosa. Ainda muito criança, já foram aflorando, em sua personalidade, características altamente positivas e que se vão tornando marcantes com o passar do tempo. De temperamento extrovertido e cativante, desde tenra idade preocupava seus pais pela facilidade com que se dava com qualquer pessoa, estranha que fosse, criança ou adulto. Desenvolveu um gosto fora do comum para a leitura de tudo aquilo que lhe caia às mãos, com uma preferência bastante acentuada para a obra de Monteiro Lobato. Absorve, com enorme facilidade, tudo aquilo que lê, razão pela qual estruturou uma cultura geral não muito comum à crianças da sua idade. Por várias vezes seu pai foi abordado por amigos que lhe perguntavam se era o pai de Liane. Respondendo afirmativamente, costumava ouvir fartos elogios à filha, pela conversa espontânea e amadurecida que havia tido com ela. O primeiro desses casos ocorreu quando Liane tinha, apenas, 6 (seis) anos de idade. Descontraída e corajosa, aprendeu a nadar, inicialmente, por baixo d' água. Com 3 (três) anos de idade, na piscina infantil do Círculo Militar de Brasília - Setor Militar Urbano - gostava de afundar, deitando-se no fundo e permanecendo sorrindo e com os olhos arregalados. Tal atitude, por diversas vezes, causou grande sustos em pessoas que por ali passavam. Um amigo de seu pai, certa vez, retirou-a rapidamente da água, julgando que se afogava. A reação de Liane foi a de cair na gargalhada. O temperamento brincalhão outro aspecto marcante de sua personalidade. Liane estava sempre ocupada com uma leitura ou brincando com amigas. De capacidade imaginativa acentuada e criatividade nata, sempre assumiu a liderança das amigas, que se deleitavam com seus improvisos, quer nas brincadeiras de teatro, fantoches, bonecas, laboratório químico, etc. Extremamente carinhosa e meiga para com os mais velhos, desenvolveu um amor especial por animais, instituindo, em sua casa (quando morava na Vila Militar - Rio), um "hospital para pássaros", recolhendo para cuidar, e recebendo, dos amiguinhos, passarinhos doentes e filhotes abandonados. Certa vez, um amigo de seu pai contou-lhe que, ao ouvir sob sua janela uma gritaria de criança, aproximou-se para observar, verificando que se tratava de um garoto grande (uns 13 anos) levando uma "enérgica repreensão" de Liane (então com 9 anos), por maltratar um passarinho. Ela argumentava que o pássaro não lhe fizera mal algum e que a vida lhe havia sido dada por Deus, cabendo, portanto, a Deus, e somente à ELE, o direito de retirá-la. O garoto aquiesceu a seus argumentos e, ante os olhos curiosos das outras crianças, libertou o pássaro. De outra feita, brincando em casa de uma amiga, ao fugir do cachorro desta, que se soltara da corrente, pulou o muro para o vizinho, cujo desnível de altura não lhe possibilitava o regresso. Já do outro lado, deparou-se com enorme cão policial solto e treinado para pegar ladrões (mais tarde soube-se que, na véspera, esse animal havia estraçalhado o braço de um Cabo pára-quedista que houvera entrado na casa para entregar uma encomenda). O cão encarou-a e começou a rosnar ferozmente, dirigindo-se para ela que, trêmula de medo, tomou sua decisão sob o olhar desesperado das amigas por sobre o muro. Ao invés de fugir, foi caminhando lentamente em direção ao animal, dizendo em voz alta e terna: "Sou sua amiga, não vou lhe fazer mal; você meu amigo, não vai me fazer mal...". O cão parou de rosnar, abanou o rabo e colocou-lhe as patas dianteiras sobre os ombros, ficando, mesmo, bem mais alto do que ela. Aproveitando esse momento, o pai da amiga, que assistia à cena pelo muro, correu para o lado oposto e atraiu a atenção do animal, que se voltou ferozmente para ele, dando tempo à Liane para correr e sair pelo portão da casa. Foi nessa época que seu pai compôs e presenteou-a em seu aniversário - 08 Nov 76 - com a canção: PERTINHO DE MIM "Vejo a alvorada nascer. Luz e calor a espargir. Bando de aves voar. Flores se abrindo a sorrir... Tudo que é paz tem beleza. Tudo que é belo é emoção. Louvar a mãe natureza levou-me a essa canção... Pertinho de mim eu tenho alguém que é uma maravilha, Tão pura como a natureza, minha por ser minha filha. Liane, Liane, Liane, Liane... amor!!! Teu coração infantil é o fruto bom e maduro Feito com essências do céu e se resume em amor puro... Amas aos velhos e aos moços, bichos e plantas também, Com um carinho tão grande que eu nunca vi em ninguém.. Pertinho de mim... Dizem que a Vida é Amor; dizem que o Amor é a Verdade; Se ser feliz é amar... Tu és a felicidade!... Pertinho de mim... Essa valsinha, mais tarde gravada na saudosa cítara de Avena de Castro, fã de Liane, foi por ela mais tarde escolhida para, como surpresa, dançar com seu pai no dia de seu casamento religioso. Profundamente identificada com a doutrina espiritualista adotada por seus pais, sempre foi a primeira a exigir deles a regularidade da orientação espiritual através das reuniões semanais promovidas na intimidade da família. Possuidora de uma facilidade de expressão fora do comum, Liane expõe seu ponto de vista sobre qualquer assunto, com muita convicção e acerto, o que, não raro, surpreende aqueles que a ouvem. Seu pai a define: "Delicada e frágil pela confiança que deposita em tudo e em todos; enérgica e forte, pela sensibilidade aguçada às coisas do espírito...". Em janeiro de 1981, retorna com seus pais à sua terra natal. Seu pai foi trabalhar na Secretaria Geral do Conselho de Segurança Nacional - Presidência da República - e sua mãe na H. Stern Joalheiros. Por coincidência, foram morar na mesma superquadra do Vovô" Acyr e da Voíta, bem como da tia Angela com suas filhinhas Anna Paula e Ana Luiza. Vivia a plenitude de sua adolescência. O encanto de sua beleza, a suavidade de seus traços e o ar ingênuo e infantil estão registrados nas centenas de fotos tiradas por seu pai. Com o passar do tempo foi se caracterizando, em Liane, uma tremenda aversão pelas chamadas ciências exatas (física, química, matemática, etc...), ao mesmo tempo em que, nela, desabrochava, com todo o fulgor, um entusiasmo, só explicável pela reencarnação, pela literatura, história e poesia. Ávida pela leitura dos clássicos da literatura internacional, sua paixão por Homero não era menor que o interesse por Voltaire ou seu amor por Guimarães Rosa. Conhecedora profunda da Mitologia Grega, em todas suas nuances e detalhes (curiosidade que despertou em Liane desde que se alfabetizou), é capaz de falar e de explicar qualquer aspecto ou fato mitológico, grego ou romano, utilizando uma didática própria que torna o assunto fascinante à qualquer público, como no caso da palestra que proferiu na Ordem Rosacruz, em cuja instituição, AMORC, filiou-se durante a Mestria de seu pai, sendo por ele iniciada na Loja Brasília. ====================================================================== Terminado o 2º grau, Liane prestou vestibular em duas universidades: a de Brasília - UnB e CEUB. Aprovada em ambas, decidiu-se pela UnB, onde se formou em LETRAS, em março de 1991. Parents: Paulo Roberto Yog de Miranda UCHÔA and Regina Pereira UCHÔA. Luiz
Carlos Krish de Miranda UCHÔA
was born on
18 Apr 1938 in Niteroi - Rio de Janeiro. He Conhecido (a) como Krish ou Comandante
Krish. - LUIZ CARLOS KRISH DE MIRANDA
UCHÔA
Filho do casal ENA e MOACYR, nasceu na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, no dia 18 de abril de 1938. Seu pai era, então, Capitão do Exército. Quando seu pai voltou do cartório onde fora registra-lo, sua mãe perguntou o porque do "KRISH"? Respondeu dizendo que tivera dois motivos: primeiro, o aspecto religioso, pois KRISH, como raiz de nome hindu, vinculava-se a KRISHNA e a KRISNAMURT, ao mesmo tempo que ao próprio CRISTO. Segundo, porque achava o nome adequado para um Oficial de Marinha, como, por exemplo: " A ESQUADRA BRASILEIRA COMANDADA PELO ALMIRANTE KRISH..." Foi crescendo e tornou-se em uma bela criança. Sua tia NÉA, irmã de sua mãe, e sua tia MARIQUITA, cunhada de seu avô materno, sempre foram suas fãs, tendo-lhe verdadeira adoração. Aos três anos de idade, conhecia todas as letras do alfabeto e chamava, a si próprio, de TITACO. Um mês depois de completar um ano, nasceu sua irmã ANNA MARIA e, no ano seguinte, PAULO ROBERTO. Foram seus padrinhos, seu tio DARCY, irmão de seu pai e sua tia NÉA, irmã de sua mãe. Aos cinco anos de idade frequentou a escola, pela primeira vez. Foi o Externato PIO XI, em Niterói. Em 1945 a família foi para Resende, por motivo da transferência da Escola Militar para aquela cidade, uma vez que seu pai era professor da mesma. Em RESENDE, Luiz Carlos fez o primário no Grupo Escolar Olavo Bilac e o secundário no Colégio Dom Bosco. Quando tinha 13 anos, nasceu-lhe outra irmãzinha, ANGELA MARIA, que foi sua afilhada de batismo. Na 4ª série ginasial, mostrou desejo de ingressar na Marinha. Seu pai gostaria mais que ele fosse médico, mas não contrariou sua escolha. Na época própria, seguiu para o Rio e fez, com o auxilio de seu tio ELYSIO, marido de sua tia NÉA, as inscrições para o vestibular. Aprovado, foi para o Colégio Naval, em Angra dos Reis. Na primeira semana, talvez por falta de adaptação ao ambiente totalmente desconhecido, aos trotes exagerados, etc, telefonou para os pais dizendo que queria deixar o Colégio. Seu pai, porém, o convenceu a ficar, pelo menos até a metade do ano, quando já poderia sair com o certificado de reservista. Ele aquiesceu e foi muito apoiado pelos pais que iam, constantemente, visitá-lo. Completou 15 anos na primeira semana de estada no Colégio Naval. Sua avó materna foi de Niterói e seus pais e irmãos, de Resende, para felicitá-lo. Levaram um belo bolo em feitio de navio, mas que foi cortado no quarto do hotel em que sua avó estava hospedada, para evitar que fosse motivo de trote, caso os colegas soubessem. No segundo ano do Colégio Naval, já havendo um aluno com o nome de guerra UCHOA, o seu nome de guerra passou a ser KRISH. Dai ser chamado "aluno Krish", "aspirante Krish", "tenente Krish", etc, o que começava a concretizar a profecia de seu pai, quando o registrou. Terminado o Colégio, seguiu para a Escola Naval, no Rio de Janeiro. Na festa de entrega do espadim, recebeu o mesmo das mãos de seu pai. Passava os fins de semana na casa de seus avós maternos, em Niterói. Comprou, então, um barco à vela e passou a correr regatas e fazer passeios marítimos, velejando sempre que podia. A festa de "GUARDA MARINHA" foi muito bonita, tendo sido DINDA, sua avó materna, a sua madrinha, que lhe entregou a espada de oficial. À noite, no baile de formatura, estava muito bonito, na sua casaca, farda de gala para essa cerimônia. Quando de sua viajem de instrução ao redor do mundo, seus pais estavam morando em Salvador e ficaram felizes quando o viram, entre os colegas, na festa que a Marinha lhes ofereceu. Passou a servir na Esquadra Brasileira, como "ASPIRANTE KRISH". Seus pais sempre o admiraram e têm, por ele, um grande amor e carinho, pois nunca lhes deu desgostos ou preocupações. É dinâmico e gosta de fazer negócios. Trocou o barco à vela por uma lambreta, esta por um terreno e este por um apartamento. Muito inteligente e habilidoso, nada para ele apresentava dificuldade. Nunca ninguém lhe ensinou a dirigir e, quando pela primeira vez, aos 14 anos, pegou no volante, saiu dirigindo com calma, segurança e desembaraço. Fez sua 1ª comunhão em uma cerimônia religiosa na Igreja Gnóstica, no Colégio Pitágoras, em Resende. No dia 8 de abril de 1961, dias antes de completar 23 anos, casou-se com MATHILDE KRAICHETE, casamento este de muito agrado das duas famílias. Da união nasceu-lhes, em 1962, o primeiro filho, ANDRÉ LUIZ; em 1965, a segunda, CLÁUDIA e em 1967, o terceiro, MARCELO. As 3 crianças completaram a felicidade do casal. Krish sempre foi muito bem quisto pelos seus superiores na Marinha. Serviu no Rio de Janeiro e Florianópolis. Nos Estados Unidos fez um curso na Fleet Sonar School, em KEY WEST, na FLORIDA. Foi instrutor de oficiais, por vários anos, no Centro de Treinamento da Esquadra, conhecido como "CAMALEÃO". Participou das manobras militares denominadas UNITAS, juntamente com a marinha americana. Fez diversos cursos, entre eles o de Guerra Submarina, Sonar e Estado Maior. Em 1971 foi transferido para a Base Naval de Florianópolis, onde serviu por um ano. Serviu, também, na Capitania dos Portos do Rio de Janeiro e comandou o Destroier BAEPENDI. Morava em Niterói, na Praia das Flechas, quando foi transferido para Brasilia, a fim de servir no Estado Maior da Armada. Nas suas promoções, chegou a Capitão de Fragata. Desiludido com injustiças na promoção de colegas e superiores, e não gostando de servir "atrás de uma mesa", quando sua paixão era o mar, pediu transferência para a reserva, em 1977, indo trabalhar com o Almirante Sá Earp, seu grande amigo. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Como acima foi dito, Luiz Carlos foi trabalhar com seu grande amigo no CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA, nome da Associação Nacional dos Práticos, como Assessor da Presidência, para os assuntos de navegação e náutica, passando a lidar com os Práticos dos portos brasileiros. No período de março de 1977 a abril de 1978, aproveitando fins de semana e feriados, e a boa vontade de seu amigo Sá Earp, que o liberava - comandou inúmeros, rebocadores em viagens de reboque pela costa brasileira, partindo da indicação, para tal, de outro seu grande amigo, o Comandante Darcy Marinho, ficando de tal forma conhecido nesse ramo de trabalho extra, que algumas oportunidades se lhe surgiram e foram aproveitadas como atividades paralelas às que desempenhava como Assessor do CONAPRA. Senão vejamos: Em julho desse mesmo ano, passou 15 dias nos campos petrolíferos de alto mar, na bacia de Campos, manobrando petroleiros para carga de petróleo extraído daquela bacia. Foi Luiz Carlos quem desatracou o 1° navio carregado com petróleo , da torre de carregamento do famoso Campo de GAROUPA. Em 1978 e em 1980 em seus períodos de férias e/ou licenças, conduziu rebocadores de alto mar construídos nos USA e Canadá (dos quais foi o primeiro Comandante) em suas viagens inaugurais para o Brasil. Em julho de 1982 passou três meses nos Estados Unidos acompanhando a obra de grandes reparos de um navio de Transporte de Carga Pesada no Convés, adquirido por uma empresa brasileira sendo, também deste, o seu primeiro Comandante. Ainda em meados de 1977, e seguindo as novas atividades do amigo Sá Earp ( que fora eleito Vice-Presidente e, mais tarde, Presidente da Companhia Iguaçu de Café Solúvel, em Cornélio Procópio, Estado do Paraná), foi nomeado Procurador dessa Companhia, no Rio de Janeiro, para representá-la junto ao Banco do Brasil- Carteira do Comércio Exterior - CACEX, e ao Instituto Brasileiro do Café - IBC, aprendendo e desenvolvendo uma atividade completamente nova e diferente de sua formação militar-naval. A preparação eclética que a Marinha dá aos seus oficiais muito facilitou o seu aprendizado e desempenho, tendo, por sua atuação na CACEX, tido oportunidade de contribuir, decisivamente, na obtenção de grandes lucros, por parte da empresa, no tocante a financiamentos de exportação. Por volta de 1987, a Companhia Iguaçu abriu escritório no Rio de Janeiro, que assumiu as atividades exercidas por Luiz Carlos, tendo ele assumido a Assessoria da Diretoria para Assuntos de Segurança, passando a integrar o Comitê de Segurança da Fábrica em Cornélio Procópio , havendo contribuído nas áreas de segurança física, industrial e administrativa, bem como na formação e treinamento de suas equipes (ou brigadas) de combate a incêndio. Esta atividade se desenvolveu até abril de 1990, quando , por doença do Almirante Sá Earp, este se afastou da Presidência da empresa, ocasião em que Luiz Carlos, dela, também, se desligou. Em abril de 1989, devido à reformulação do CONAPRA, passou a ser seu Secretário-Executivo, onde permanece até hoje ( dez. de 1995). Parents: Alfredo Moacyr de Mendonça UCHÔA and Ena de Miranda UCHÔA. He was married to Mathilde Kraichete de Miranda UCHÔA on 8 Apr 1961 in Niteroi - Rio de Janeiro. Children were: Andre Luiz Kraichete de Miranda UCHÔA, Marcelo Kraichete de Miranda UCHÔA , Claudia Kraichete Uchôa AMORA. Luiz
de Mendonça UCHÔA
Parents:
Alfredo de Mendonça UCHÔA and Idalina de Mendonça
UCHÔA. Luiz
Eduardo de Mendonça UCHÔA Conhecido (a) como Didiá. Parents:
José de Mendonça UCHÔA and
Maria de Mendonça UCHÔA. Manoel
Joaquim de Mendonça Uchôa UCHÔAHe was married to Francisca de Mendonça Uchôa UCHÔA. Children were: José Zeferino de Mendonça UCHÔA. Marcelo
Kraichete de Miranda UCHÔA
was born 20
Mai 1967 in Niteroi - Rio de Janeiro. - MARCELO
KRAICHETE DE MIRANDA UCHÔA
Nasceu em Niterói, RJ, no dia 20 de maio de 1967. Com dias de nascido, teve um problema respiratório que alarmou seus pais, avós e tios mas, com a graça de Deus, tudo foi superado, e Marcelo, lourinho, de olhos azuis, parecia um principezinho. Nancy e Walter Nery, casal muito amigo de seus pais, foram seus padrinhos de batismo. Cresceu belo e querido de todos. Estudou nos Colégios Miraflores e La Sale, onde fez a primeira comunhão, em novembro de 1976. ====================================================================== Terminando o 2° Grau em agosto de 1986, entrou para a Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Do meio para o fim do curso, trancou sua matrícula, indo em dez/90 para os Estados Unidos, ficando por 6 meses, com o tio Paulo Roberto ( então coronel do Exército que lá estava a serviço), morando em Hampton, Estado da Virgínia, onde fez cursos de Inglês e de Computação Gráfica, obtendo ótimo aproveitamento, como foi atestado pela diretoria do estabelecimento de ensino que frequentou. No final do período letivo, foi para a Europa, onde, por cerca de 30 dias, circulou de trem por inúmeros países, voltando aos USA e em seguida ao Brasil, em junho de 1991. Terminou o seu curso de Arquitetura em julho de 1992 e, após alguma dificuldade de obtenção de emprego, foi contratado pela UNIVERSIDADE NORTE FLUMINENSE, em janeiro de 1993, indo trabalhar na sua construção, em Campos - RJ, cidade essa de que sempre gostou , pois, desde a sua juventude, frequentou assiduamente a casa dos tios José Carlos e Reneé , amigos dos seus pais, desenvolvendo uma grande amizade com os filhos do casal, Carlos Renato, José Henrique e Ana Luzia. Por insistente convite dos tios, desde essa época vem morando na casa deles. Parents: Luiz Carlos Krish de Miranda UCHÔA and Mathilde Kraichete de Miranda UCHÔA. Maria
Auxiliadora Novaes UCHÔA was born on 27 Mar 1973 in Niteroi, RJ.She was married to Andre Luiz Kraichete de Miranda UCHÔA on 3 Jan 1986 in Niteroi - Rio de Janeiro. Children were: Eduardo de Novaes UCHÔA, Camila de Novaes UCHÔA , Carolina de Novaes UCHÔA. Maria
de Mendonça UCHÔA Parents: Jacinto Paes de
Mendonça de Alarcão AYALA and Felicidade de
Mendonça de Alarcão AYALA. Maria
de Mendonça UCHÔAShe was married to José de Mendonça UCHÔA. Children were: Paulo Cesar de Mendonça UCHÔA, Luiz Eduardo de Mendonça UCHÔA, Maria Elisa de Mendonça UCHÔA , Lêda Uchôa do AMARAL, Marion de Mendonça UCHÔA. Maria
do Carmo de Mendonça UCHÔA Parents: Alfredo
de Mendonça UCHÔA and Idalina de Mendonça
UCHÔA. Maria
Elisa de Mendonça UCHÔA Parents: José
de Mendonça UCHÔA and Maria de Mendonça
UCHÔA. Maria
Jose de Mendonça UCHÔA Parents: Alfredo de
Mendonça UCHÔA and Idalina de Mendonça
UCHÔA. Marion
de Mendonça UCHÔA Parents: José de Mendonça
UCHÔA and Maria de Mendonça UCHÔA
. Mathilde
Kraichete de Miranda UCHÔA
was born on
9 Nov 1942 in Niteroi - Rio de Janeiro.
- MATHILDE KRAICHETE DE MIRANDA UCHÔA
Nascida em 9 de novembro de 1943, em Niterói, RJ, filha de um grande cardiologista, EDUARDO KRAICHETE - descendente de família libanesa - e de LIEGE KRAICHETE, ambos naturais de Salvador, BA. Professora, de olhos azuis, prendada, bonita e elegante, prendeu o jovem Krish. ===================================================================== Após o casamento, em 1961, rapidamente se adaptou à família, tendo, inclusive, adotado o sobrenome MIRANDA, por sua livre vontade. Pelo grande contato, desde a época de namorada de Luiz Carlos, com a saudosa DINDA (mãe de Ena e avó de seu marido), à ela se afeiçoou bastante, sofrendo muito por ocasião de seu falecimento no ano seguinte, 1962, quando estava grávida de André Luiz, que lhe seria o primeiro bisneto. Em 1963, de novembro, à março do ano seguinte, acompanhou Luiz Carlos por ocasião de um curso nos Estados Unidos, havendo ficado 3 meses na Flórida, na cidade de Key West, tendo sido essa a sua primeira viagem à América do Norte. Mais tarde, já quando sua segunda filha, Cláudia, estava com cerca de um ano e meio, e durante a gravidez de Marcelo, terminou o seu Curso Normal, passando a lecionar, por um certo período. Entretanto, não era essa a sua aspiração, a qual, na verdade, se concretizou mais tarde, quando passou a dedicar-se à Moda feminina, atividade à que está ligada, firmemente, desde 1975. Abriu sua própria boutique e, logo, estava confeccionando para a loja. Alguns anos depois, ao concluir que o que realmente gostava era da criação de moda, fechou a loja para se dedicar, exclusivamente, à confecção. A par das coleções que fazia para as diversas estações, aprimorou-se no artesanato de roupas finas para casamentos e festas, e na sua maior paixão , após os netos, que são as roupas de noivas. Desde 1991 passou a se dedicar somente às roupas sob medida. Em 1978, acompanhando Luiz Carlos em uma de suas idas aos EE.UU. para trazer rebocadores de alto mar para o Brasil, descobriu New York, e desde então sempre que pode vai por lá. Ultimamente tem ido anualmente. She was married to Luiz Carlos Krish de Miranda UCHÔA on 8 Apr 1961 in Niteroi - Rio de Janeiro. Children were: Andre Luiz Kraichete de Miranda UCHÔA, Marcelo Kraichete de Miranda UCHÔA, Claudia Kraichete Uchôa AMORA. Olímpio
de Mendonça UCHÔA Parents: José Zeferino
de Mendonça UCHÔA and Benedita Pinheiro de
Mendonça UCHÔA.Children were: João Lopes UCHÔA. Paulo
Cesar de Mendonça UCHÔA was a Médico. He Conhecido (a) como
Polô. He Pai de Regina Uchôa-jogadora de volei. Parents:
José de Mendonça UCHÔA and Maria de Mendonça
UCHÔA. Paulo
Roberto Yog de Miranda UCHÔA
was born on
30 Jul 1940 in Niteroi - Rio de Janeiro. He Conhecido (a) como Paulito.
- PAULO ROBERTO YOG DE MIRANDA UCHÔA
-
Terceiro filho de Ena e Moacyr, nasceu em Niterói, RJ, no dia 30 de julho de 1940. Cabelos claros, olhos esverdeados, era um garoto bonito. Foram seus padrinhos de batismo o tio José Maria, irmão de sua mãe e sua tia Lourdes, a tia Dilu, irmã de seu pai. Os 3 irmãos, Luiz Carlos, Anna Maria e "Paulito", respectivamente com 3, 2 e 1 anos de idade, foram batizados no mesmo dia, em Niterói. Como seus irmãos, estudou em Resende, onde fez o primário no Grupo Escolar Olavo Bilac, e o ginasial no Colégio Dom Bosco. Tinha ele quatro anos de idade, quando começou a assistir às sessões de materialização que se faziam em sua casa. Materializava-se, sempre, uma entidade vestida de noiva, que se dizia chamar TEREZINHA. Paulito - como seus irmãos o chamavam - dizia estar apaixonado por ela, com quem queria se casar. Terminado o curso ginasial, em 1955, prestou concurso, foi aprovado e ingressou, em 1956, na Escola Preparatória de Cadetes de São Paulo, onde passou 3 anos, indo, depois, para a Academia Militar das Agulhas Negras, época em que seus pais já haviam saído de Resende. Bom desportista, na AMAN pertencia às equipes de vôlei e basquete. Ao final de seu 1º ano naquela Academia, recebeu o espadim de Caxias das mãos de seu avô Miranda. Escolheu a Arma de Infantaria. Ótimo aluno, classificou-se em 5º lugar da turma, recebendo a espada de oficial, em 1961, das mãos de seu pai que, orgulhoso, lhe entregou a mesma espada que ele mesmo ostentara desde quando a recebera, em 1930. Inteligente, organizado e habilidoso, era um rapaz querido por onde passava. Aprendeu, sozinho, a tocar violão, tendo bela voz. Gostava de cantar, compunha bonitas musicas e escrevia lindos versos e poesias. Quando saiu Aspirante, seus pais já residiam em Niterói e ele escolheu, como primeiro quartel para servir, o 3º Regimento de Infantaria (3º RI), naquela cidade. Em Niterói, antes mesmo de ingressar na Academia Militar, conheceu Regina Gomes Pereira (ver dados biográficos de REGINA PEREIRA UCHOA), com quem se casou em 19 de janeiro de 1963. Em 3 de março de 1964, em Niterói, RJ, nasceu a primeira filhinha do casal - DENISE. Em 1965, Paulo Roberto foi convocado para servir, como 1º Tenente, no Batalhão Suez, no Egito. Em junho desse mesmo ano, no dia 10, nasceu o segundo filho do casal, ALEXANDRE YOG, que, infelizmente, faleceu 11 dias depois. Num parêntesis, ficará aqui registrado um fato mediúnico que aconteceu após o enterro. Em sua residência, o avô paterno do menino, General Uchôa, espiritualista e médium psicográfico, recebeu uma linda mensagem de ALEXANDRE YOG, dizendo-se muito feliz por haver conseguido trazer, à família, que tem sido sua desde muitas encarnações, um estímulo à fé, tão necessária para a compreensão das verdades espirituais e eternas ( ver o texto dessa mensagem nos dados biográficos de ALEXANDRE YOG). Em 14 de agosto desse mesmo ano, Paulo Roberto seguiu para o Egito, onde permaneceu, em serviço, por um ano. Escreveu o hino do Batalhão Suez e lá, em Rapha - Faixa de Gaza - compôs varias canções militares, dentre as quais a de seu Pelotão na fronteira entre Egito e Faixa de Gaza e a do Fort Robinson, do qual foi o primeiro comandante brasileiro, no deserto da Península do Sinai. Foi sempre distinguido por seus superiores e querido pelos subordinados, por sua maneira correta e justa de proceder. No Cairo, assistiu e fotografou o show "LUZ E SOM", onde a Esfinge conta, através do jogo de luz sobre ela própria e sobre as 3 pirâmides, a história do antigo Egito. Depois, com um colega, montou o show com slides e fitas cassete, traduzido para português. Esse show tem a duração de mais ou menos 45 minutos e foi adaptado, quando ele voltou para o Brasil, com REGINA gravando a voz de NEFERTITI. Apresentou-o diversas vezes, inclusive para a Embaixada do Egito, sempre com sucesso, pela aula de história e misticismo que representa. No Egito, subiu duas vezes a pirâmide de Keops pelo exterior, gravando em seu topo os nomes de Regina e Denise. Pelo interior subiu uma vez até as Câmaras da Rainha e do Rei, aventura que o despertou para o estudo da história do velho Egito. Antes de retornar ao Brasil, excursionou pela Terra Santa, oriente médio e pela Europa. Nessa viajem, aperfeiçoou seu inglês. Voltando ao Brasil, foi servir em Brasilia, no Batalhão de Polícia do Exército, sendo o autor da canção da PE (letra e música). Nessa época, aconteceu um fato que deve ser mencionado, ocorrido por ocasião de uma excursão que Paulo Roberto fez, com um grupo de amigos, à um local próximo à cidade de Sobradinho. Todos entraram, por mais de uma hora, em uma imensa caverna pouco conhecida, cheia de salões, estalaquitites, etc, mas, também, cheia de morcegos. O resultado foi que quase todos apanharam a doença chamada histoplasmose. Essa doença era conhecida no Egito por "Maldição dos Faraós", por morrerem aqueles que roubavam os túmulos dos mesmos, ao respirar o virus contido nas fezes ressequidas de morcegos. Felizmente todos se trataram e se curaram completamente. Ainda em Brasilia, em 1967, nasceu sua filha LIANE. Promovido a capitão, seguiu depois para o Rio, onde foi cursar a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, onde passou um ano, terminando em 4º lugar entre 108 oficiais. Findo o curso, foi servir como instrutor no Curso de Infantaria da Academia Militar, em Resende, aí passando dois anos, voltando depois à Brasilia, onde foi servir no Batalhão da Guarda Presidencial - BGP. Seus soldados muito o estimavam, pois os tratava com amizade e compreensão, além de ser preocupado com seu bem estar. Aliás, prova disso é que o Grêmio dos Soldados da 3ª Companhia do Batalhão de Policia do Exército, a Companhia que ele batizou de "Pantera", há mais de 24 anos, tem o seu nome: "Grêmio Capitão Uchôa". Selecionado para fazer o Curso Avançado de Infantaria do Exército americano, seguiu para o Fort Benning, em Columbus, na Georgia, com Regina, Denise, Liane e André Luiz - seu sobrinho e afilhado, no dia 8 de setembro de 1975, onde passou onze meses, tendo obtido ótima classificação: 18º entre 203 oficiais americanos e estrangeiros. Deixou muitos amigos entre os oficiais dos vários paises que lá se encontravam. Terminada a missão, percorreu com a família, de carro, parte dos Estados Unidos, do Oceano Atlântico ao Pacífico, isto é, da Georgia e Florida até a Califórnia, voltando, depois, ao Brasil. Como diria seu avô Miranda, Paulo Roberto foi sempre um espirito de escol. Espiritualista convicto, ingressou na Ordem Rosacruz - AMORC, em 1967. Após o curso nos EUA, foi servir como instrutor na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Vila Militar, Rio. Foi promovido a Major em 1976. Em 1978, ingressou na Escola de Comando e Estado Maior do Exército - ECEME, onde, após dois anos, concluiu o curso com menção MB e no 5º lugar entre quase 100 oficiais. Terminada a ECEME, em fins de 1979, escolheu e foi designado para servir na 2a Brigada de Infantaria Motorizada, em Niterói, onde ficou até o início de 1981, quando o então Ministro Danilo Venturini o convidou para trabalhar na Secretaria-Geral do Conselho de Segurança Nacional, orgão da Presidência da República, em Brasília. Era, agora, a quarta vez que o casal iria morar na capital federal. Por duas vezes havia servido no Batalhão de Polícia do Exército e uma vez no Batalhão da Guarda Presidencial. Aliás, quando da criação de Brasília, no dia 21 de abril de 1960, Paulo Roberto, então cadete do 2º ano da AMAN, fez parte da representação que compareceu às festividades, desfilando no eixo monumental do Plano Piloto. À noite, compareceu, também, ao Baile de Inauguração da Cidade, realizado no andar térreo do Palácio do Planalto. Por sinal, em termos de inaugurações, Paulo Roberto e Regina também compareceram ao Baile de Gala de Inauguração do Itamaraty, em Brasília. Ele era Capitão da PE e foi o responsável pelo planejamento do trânsito para a festa. Ganhou um convite, conseguiu um 1º uniforme emprestado, e lá foram eles. Também nesse seu tempo de capitão, mais precisamente no ano de 1967, Paulo Roberto foi procurado pelo chefe da sucursal do jornal « O Globo », Praxedes, antigo aluno seu do NPOR de Niterói, com um convite para participar de uma pesquisa sobre estranhos fenômenos, ditos ufológicos, que estavam acontecendo em uma fazenda próxima à Alexânia/GO. A Empresa (Rádio, Jornal e TV Globo) montara uma equipe com técnicos de várias partes do Brasil, mas precisava que o grupo contasse com alguém «entendido» no assunto. Problemas ligados à prontidão das tropas de Brasília, na época, impediriam a ida de Paulo Roberto. Mas o Comandante da PE conseguiu que o «capitão» comparecesse à pesquisa, à serviço do próprio Exército. Três noites e dois dias no local e nada aconteceu. A Globo retraiu, mas Paulo Roberto ficou conhecendo o caminho. Semanas depois, lá voltou com amigos do Instituto de Parapsicologia de Brasília, do qual era sócio fundador. O que viram foi impressionante Em 1968, quando seu pai mudou-se para Brasília, Paulo Roberto apresentou-o no Instituto e o levou ao local. Logo-logo seu pai assumiu a presidência do Instituto e organizou um grupo que realizou, por muitos anos, pesquisa muito séria e dedicada, narrada, com detalhes no livro «A Parapsicologia e os Discos Voadores». Não foi sem razão que seu pai passou a ser conhecido como «O General das Estrelas». Como ficou dito, em 1981 Paulo Roberto retornou, pela 4a vez, à Brasília, indo morar na mesma quadra que seus pais, a SQS 104. Como Major, seu trabalho na Presidência da República era ligado à parte fundiária, principalmente na supervisão e acompanhamento dos trabalhos do Grupo Executivo das Terras do Araguaia-Tocantins - GETAT, com área de responsabilidade ajustada ao Sul do Estado do Pará, Bico do Papagaio (extremo norte de Goiás - mais tarde Tocantins) e SW do Maranhão. Em 1983, com a criação do cargo de Ministro Extraordinário para Assuntos Fundiários, o General Danilo Venturini, Chefe da Casa Militar do Presidente João Figueiredo, foi designado para acumular o novo cargo, momento em que convidou o Tenente Coronel Paulo Roberto Uchôa para seu Assistente-Secretário. Paulo Roberto, então, teve oportunidade de ampliar seus conhecimentos fundiários, da área do GETAT para todo o território nacional. Dois anos depois, com o término do Governo Figueiredo, foi servir no Estado-Maior do Exército, onde recebeu a promoção a Coronel, em abril de 1986. É dessa época que participou do concurso para a Canção da 5ª Brigada de Infantaria Blindada, cujo comando é sediado em Ponta Grossa-PR. Paulo Roberto venceu, com letra e música de sua autoria, fazendo juz a um belo prêmio. A opção quanto à orientação e caminho a seguir na vida espiritual foi adotada quando, em 1967, Paulo Roberto tornou-se membro da Ordem Rosacruz - AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis), com sede internacional em San Jose - Califórnia - EUA e nacional em Curitiba- PR. Como Rosacruz, sempre esteve em dia com seus estudos e dedicou-se bastante ao Corpo Afiliado da Ordem, em Brasilia. Foi um dos fundadores do PRONAOS 25 de Novembro que, depois, ascendeu a CAPÍTULO BRASÍLIA, do qual Paulo Roberto foi Mestre adjunto no ano de 1970. O próximo Mestre deveria ser ele, mas, na véspera de assumir, o Exército determinou, em caráter excepcional, matricular o então Capitão Uchôa na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais - EsAO. Mais tarde, em 1984, assumiu uma vez mais o cargo de Mestre adjunto, já agora da LOJA BRASÍLIA, da qual foi o Mestre em 1985, ou seja, ano Rosacruz de 3338. Esse período de Mestria lhe trouxe uma profunda realização e marcou, sobremaneira o futuro de Paulo Roberto. Como já foi dado a perceber nos resumos biográficos de seus pais, esposa, filhas e irmã Angela, a veia poética de Paulo Roberto tem o seu aspecto bem marcante no ambiente familiar. Sua filha Liane, no ano de 1983, muito inspirada, escreveu a letra (e sua tia Angela, a música), da canção que, sempre que cantada, emociona seu pai: OS OLHOS DE POLÔ Os teus olhos, doce mistério, De pureza cristalina, Como o mais verde dos minérios, Esmeralda ou turmalina Talvez pescados no fundo do mar, Jóia rara das sereias, Vem, como a espuma do mar, Beijar as areias Talvez, quem sabe, Sejam pedacinhos de jade ? Mas, que escultor poderia Talhar com tanta harmonia ? Podem ser uma pradaria De um vale ensolarado, Exalando a luz do dia Sobre um prisma orvalhado Mas, talvez, também podem ser Do arco-iris a cor, Que um mago encantado Resumiu em puro amor São um espelho dos céus Refletem a cor da amizade, Iluminando de amor A luz divina da Eternidade Ainda com relação às composições de Paulo Roberto, existe uma que não poderia deixar de constar desse resumo, pelo quanto era admirada pelos seus pais, e que foi feita sob a inspiração de uma noite estrelada no sítio de Boca do Mato (caminho de Friburgo), propriedade de Néa e Elysio, respectivamete irmã e cunhado de Enita. Esse sítio foi palco de uma época de alegrias da família, que o frequentava nas férias e grandes feriados, por volta das décadas de 1960/70. SAMBA ESTRELADO Na Terra começa o batuque, Seguido por passos de bamba; No céu as estrelas cintilam Piscando ao compasso do samba. Na Terra a morena faceira Sacode um gentil rebolado; No céu, a lua altaneira, Passista do samba estrelado Mas eis, num repente, o silêncio Envolve os sambistas na Terra. É muda, agora, a bateria; A cuÍca seu ronco encerra Em êxtase os bambas contemplam A lua sorrindo, contente, Ao ver sua porta-estandarte Surgir é a estrela cadente Todos os astros do espaço Abrem alas pra ela e seu véu Bateria de estrelas que piscam Na cadência do samba do céu . Aos pouco os bambas acordam Do êxtase dessa visão; Tamborins e cuicas se entrosam No rítmo da imensidão E assim está formada a Escola De Samba por todo o universdo Amplia-se para o infinito, bis Extingue-se o poder do verso Em março de 1987, assumiu o comando do 4º Batalhão de Polícia do Exército, em Olinda-PE, para onde se mudou com a esposa Regina e a filha Liane. Foi um período bastante feliz e de muita realização profissional. Lá, Paulo Roberto entrou no concurso para a canção do 7º Grupo de Artilharia de Campanha ( O Regimento Olinda), vencendo, uma vez mais, com letra e música de sua autoria. Os oficiais de seu quartel, o 4º BPE, tanto insistiram que ele acabou, também, compondo a canção da Unidade, a qual foi aprovada e oficializada pouco depois. Ao término do Comando, Paulo Roberto foi classificado no Gabinete do Ministro do Exército, assumindo as funções de Chefe da Seção de Planejamento do Centro de Comunicação Social do Exército, em abril de 1989. Pouco tempo depois, assumiu a função de Oficial de Ligação do Gabinete do Ministro junto ao Poder Judiciário. Em outubro de 1989, Paulo Roberto e Regina, por haverem decidido que a cidade de Brasília seria o pouso final quando de sua passagem para a Reserva, adquiriram aquela que chamaram de sua casa «definitiva», na QI 10, Conjunto 4, casa 4, no Lago Norte. Quando estavam preparando a mudança para a casa, o Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, chama o Coronel Uchôa e informa que o nomeou Oficial de Ligação junto ao Comando de Treinamento e Doutrina do Exército dos Estados Unidos - TRADOC, com sede no Fort Monroe, cidade de Hampton, no sul do Estado da Virgínia. E lá se foi o casal, em setembro de 1990, para mais uma experiência no exterior, dessa vez por dois anos. As filhas, inicialmente, não os acompanharam, mas logo-logo foram a eles se juntar. Primeiro Denise e, em seguida, Liane. Ambas se casaram nos EUA: Denise com o americano Mathew Slater (na Capela do Fort Monroe), e Liane com o brasileiro João Brasil Carvalho Leite (no consulado do Brasil, em Washington-DC). A experiência vivida, não poderia ter sido melhor. Paulo Roberto, em viagens à serviço, conheceu o Avaí, a Coréia do Sul, o Panamá, o Alasca, além de inúmeras cidades e organizações militares americanas tanto nas costas leste e oeste, como no centro, caso do National Training Center, em Nevada e o Fort Leavenworth, no Kansas. Fora do serviço, juntamente com Regina, passearam «tudo o que tinham direito», incluindo duas belas férias na Europa: a primeira, junto com os amigos Edgardo e Sonia, alugaram um carro em Frankfurt e rodaram 6 mil Km entre Alemanha, Áustria, Itália, França, Mônaco e Suiça, retornando à Alemanha, onde devolveram o carro e foram, de trem, para Paris e Londres, tudo num total de 32 dias muito bem planejados com a ajuda dos coronéis amigos do TRADOC. A segunda viagem foi dedicada à Espanha e Portugal. O casal, desta vez sozinho, alugou um carro e começou por Madri, Vale de Los Caídos, Segóvia, Salamanca, Ávila, Porto, Coimbra, Lisboa,, Sintra, Caiscais, Sevilha, Córdoba, Granada e Toledo, retornando à Madri. O apoio de seu dileto amigo do Exército espanhol, Cel Juan Antonio Sanchez (depois general), foi fundamental para o total êxito dessa viagem, toda ela filmada e editada por Paulo Roberto, como, aliás, a da Europa também. Esses filmes se tornaram em ótimos documentários , estimulando, mais ainda, seus "hobbies" de som e imagem, mais tarde incrementados pelo uso do computador. O casal fez um círculo muito grande de amigos americanos, bem como entre as famílias dos Oficiais de Ligação dos outros 12 paises que tinham representação no TRADOC: Canadá, Espanha, Inglaterra, Alemanha, França, Holanda, Itália, Austrália, Israel, Turquia, Coréia, e Japão. De regresso ao Brasil, em outubro de 1992, retornaram à Brasília, dessa vez indo residir em sua própria casa, com Paulo Roberto servindo no Estado-Maior do Exército. Cinco meses depois, em março de 1993, Paulo Roberto é promovido a General de Brigada, sendo nomeado Comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, em Marabá-PA. Os quatro Batalhões de Infantaria de Selva dessa Brigada estão distribuídos ao longo da rodovia transamazônica, a saber, em ITAITUBA (rio Tapajós), ALTAMIRA (rio Xingu), MARABÁ e IMPERATRIZ / MA (rio Tocantins). Um ano depois, após a extraordinária experiência na Amazônia, Paulo Roberto retorna à Brasília, agora designado o primeiro comandante da 11ª Região Militar, depois de sua separação do Comando Militar do Planalto. Assume seu novo comando em 06 de maio de 1994. No transcorrer dessa nova e desafiante experiência, o próprio Hospital Militar da Guarnição de Brasília era seu subordinado, exatamente onde sua mãe veio a falecer, em 15 de março de 1995. Seu pai passou pela transição em 05 de março de 1996. Foi um período difícil, mas de muita realização profissional. Em julho de 1995, à convite do sogro da filha Liane, realizou, com Regina e um pequeno grupo familiar, belíssimo passeio de férias pelo litoral da Turquia e ilhas gregas, no mar Egeu, com término de cinco dias na fascinante cidade de Istambul. Em fins de 1996, Paulo Roberto foi designado para servir no Estado Maior das Forças Armadas, assumindo as funções de Subchefe do Exército, Assuntos Internacionais e Informações Estratégicas, em 20 Dez 1996. Em 1998, promovido a General de Divisão, foi nomeado comandante da 7a Região Militar - 7a Divisão de Exército, com sede em Recife/PE e com jurisdição nos estados nordestinos do Rio Grande do Norte, Paraiba, Pernambuco e Alagoas. Foi um profícuo período de realizações profissionais, onde se destaca o trabalho que realizou para a revitalização do Parque Nacional Histórico dos Guararapes, no município de Jaboatão dos Guararapes, com o resgate do acervo da tradição histórica daquele sítio, símbolo da fusão das três raças que compõem a nacionalidade brasileira. Nesse aspecto, destacam-se duas de suas criações: (1) CARMA - Círculo dos Amigos da Região Matias de Albuquerque, congregando militares e civis em torno dos nobres sentimentos que emanam do culto aos heróis dos guararapes e (2) Autoria da letra e música da canção da 7a RM - 7a DE, a Região Mathias de Albuquerque: NESTE SOLO ONDE AS TRÊS RAÇAS NOS LEGARAM O EMBRIÃO DO SENTIMENTO DE NAÇÃO, HOJE EU SOU UM DESCENDENTE DESSES BRAVOS, SOU SOLDADO, COM ORGULHO E VIBRAÇÃO. NO NORDESTE, PERNAMBUCO, ALAGOAS, PARAÍBA E MAIS O ESTADO POTIGUAR, DELIMITAM ONDE EU LEVO A MINHA AÇÃO MAS GUARARAPES TEM QUE SER O MEU ALTAR ! PÁTRIA ! BRASIL ! PÁTRIA ! BRASIL ! EXÉRCITO FORJADO NO IDEAL NAÇÃO. PÁTRIA ! BRASIL ! PÁTRIA ! BRASIL ! O NEGRO, O BRANCO E O ÍNDIO, UM SÓ CORAÇÃO. PÁTRIA ! BRASIL ! PÁTRIA ! BRASIL ! MATIAS DE ALBUQUERQUE, MINHA REGIÃO ! PÁTRIA ! BRASIL ! PÁTRIA ! BRASIL ! A FIBRA DO HERÓI PULSA EM MEU CORAÇÃO. SOU LOGÍSTICA NO APOIO A MINHA TROPA; SOU GUERREIRO QUANDO ESTOU EM OPERAÇÕES. NO AGRESTE, NO SERTÃO, ZONA DA MATA, BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA, TRADIÇÕES. DO PASSADO HERDEI A FÔRÇA P' RA VENCER, NÃO IMPORTA ONDE A AMEAÇA POSSA ESTAR. SE O BRASIL CHAMAR VOU LÁ P'RA COMBATER MAS GUARARAPES TEM QUE SER O MEU ALTAR ! PÁTRIA ! BRASIL ! PÁTRIA ! BRASIL ! Em fevereiro de 2000, foi nomeado subcomandante de Operações Terrestres, retornando a Brasília onde, em janeiro de 2001, passou para a reserva do Exército. Em maio daquele mesmo ano foi convidado e aceitou o cargo de Subsecretário Nacional Antidrogas da Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD, órgão lvinculado à Presidência da República . Em 11 de dezembro de 2001, por ocasião da abertura do II FORUM NACIONAL ANTIDROGAS, o Presidente da República nomeou-o Secretário Nacional Antidrogas. Na SENAD, desenvolveu profícuo trabalho, onde se destacam: - Consolidação da Política nacional Antidrogas Brasileira - Criação e fortalecimento da Rede integrada entre a SENAD e os Conselhos estaduais de Entorpecentes - Criação e implantação do Observatório Brasileiro de Informações Sobre Drogas - Criação, implantação e desenvolvimento do do Projeto Internacional Piloto de Integração de Municípios Fronteiriços nos programas de redução da Demanda de Drogas. - Homogeinização de Conhecimentos entre os Conselheiros dos Conselhos Estaduais e Municipais Antidrogas. - Instituição de Normas Mínimas para as Insytituições de tratamento de De[endentes Químicos de drogas. - Novos Critérios para Credenciamento de Centros de excelência em Álcool e outras Drogas - Promoção do II Forum Nacional Antidrogas - Implantação do Programa de parcerias estratégicas na área de drogas. - Parents: Alfredo Moacyr de Mendonça UCHÔA and Ena de Miranda UCHÔA. He was married to Regina Pereira UCHÔA on 19 Jan 1963 in Niteroi - Rio de Janeiro. Children were: Denise Uchôa SLATER, Liane Pereira de Mendonça UCHÔA, Alexandre Yog Pereira de M. UCHÔA. Regina
Pereira UCHÔA
was born 27
Mai 1941 in Rio de Janeiro. - REGINA
PEREIRA UCHÔA -
asceu no dia 27 de maio de 1941, na cidade do Rio de Janeiro, primeira filha do casal recém-chegado de Minas Gerais, Lincoln Gomes Pereira e Leontina Gomes Pereira. Moça alta, pele bronzeada, cabelos castanhos, bonita, professora formada pelo Instituto Jacobina, no Rio de Janeiro, especializada em Jardim de Infância. Conheceu Paulo Roberto em Niterói, em 1959, ficaram noivos em 1961 e, uma semana antes do casamento, em casa de seus futuros sogros, Ena e Moacyr, houve uma sessão de materialização semelhante às que eram realizadas em Resende. A entidade TEREZINHA apareceu e pediu para levar as alianças dos noivos ( Regina e Paulo Roberto estavam presentes) para que fossem abençoadas, com a recomendação de que, na véspera do casamento, fosse realizada outra sessão para que ela as trouxesse de volta. Assim foi dito e assim foi feito, sendo que TEREZINHA ainda presenteou Regina com belas rosas. Casaram-se na Igreja de Sant'Ana, em Niterói, no dia 19 de janeiro de 1963. ====================================================================== Seu nome estava escolhido para ser "Ana Maria". Entretanto seu pai, que acompanhava passo a passo, pelo rádio, as notícias da Guerra (2a Guerra Mundial), ouviu, eufórico, naquela manhã do dia 27 de maio de 1941, a notícia tão ansiosamente esperada por todos os aliados: o navio alemão "Bismark", depois de causar tanta destruição, finalmente, havia sido afundado pela marinha inglesa. Em meio à euforia, seu pai decidiu: "Minha filha chamar-se-á REGINA, em homenagem à Inglaterra, a Rainha dos Mares! " Criança linda, robusta, com cachos dourados, ganhou concurso de "Robustez Infantil" da Associação dos Bancários do Rio de Janeiro, em 1944. Uma de suas mais vívidas lembranças de sua primeira infância é um fato ocorrido por ocasião do término da 2a Guerra Mundial. Ela saiu à rua para ver a celebração, quando um dos fogos de artifício penetrou por dentro de sua camisola, felizmente sem nenhuma consequência grave. Seu famoso senso de humor, especialmente no que diz respeito ao insólito e inusitado, recorda esse episódio de forma pitoresca e hilariante, como somente ela saberia descrever. O fim da guerra também trouxe fim às filas que enfrentava, acompanhando sua mãe, desde às quatro horas da manhã, para comprar pão na padaria. Sua mãe contava que o irmão "Maninho" (Emanuel), chegou a namorar a filha do dono da padaria para aliviar a irmã da longa fila Sua infância foi ativa, criativa e alegre. Subir em árvores (especialmente o "abio" do quintal da saudosa casa da rua Dr Carlos Halfeld, 22, em Icaraí); brincar com outras crianças da rua, também chamada "Rua dos Bancários", em Niterói; implicar com os mendigos loucos e fazer "experiências médicas" com gatos, perturbar o "Pirulito" (o cachorro da casa) com a bateção de panelas, apenas para citar algumas de suas atividades prediletas. A família não tinha muitos recursos, apesar do pai trabalhar como bancário, no Rio de Janeiro, e a mãe lecionar português numa escola perto de casa. Regina, desde cedo, aos onze anos, já ajudava a mãe nos afazeres domésticos, especialmente no preparo das refeições. Aí está a origem da sua extrema habilidade e bom gosto na arte culinária. Terminado o ginásio, especializou-se em "Jardim de Infância", realizando o curso "Normal" no Instituto Jacobina, no Rio de Janeiro. Seus hobbies preferidos nessa época da "Juventude Dourada", de fins da década de 50, início dos anos 60, incluiam a praia de Icaraí, festas nos clubes (Central e IPC) e bailes de carnaval. Apesar da rigidez de seu pai, que não gostava que as filhas frequentassem bailes ou festas, com a ajuda "secreta" de sua mãe, que lhes fazia vestidos às escondidas e ajudava a "acobertar" suas escapadas, as irmãs Regina e Ruth não tinham do que se queixar. E foi no clima de praia, cantoria ao violão, jogos de volei na areia, festas e carnaval, que Regina e Paulo Roberto se conheceram, no início de 1959, namoraram, ficaram noivos em 1961 e se casaram em 19 de janeiro de 1963. Durante o longo namoro, em que Paulo Roberto cursou a Academia Militar das Agulhas Negras, houve uma página triste na vida de Regina. Aos 18 anos, contraiu tuberculose, que a forçou a se internar num hospital do Rio de Janeiro, por 9 meses. Esses meses foram longos, traumatizantes e difíceis. Mas foi, exatamente durante esse período, que Paulo Roberto demonstrou suas reais intenções e o seu profundo amor por ela: ficaram noivos quando ela ainda estava doente. Ele propôs casamento a uma moça com uma doença que ainda causava terror e preconceito na época. Este gesto selou o destino de duas vidas de trabalho, de crescimento, de aprendizado, com base em um sólido início: amor, acima de tudo. Felizmente, sua cura se processou de forma completa e definitiva. Paulo Roberto, romântico, poeta e apreciador de violão, compôs, à epoca, um samba-canção que resumia seus sentimentos para com sua Regina (ver abaixo). Casados, foram passar a lua de mel em Santos e Guarujá/SP. O marido continuava inspirado e lhe ofertou o Samba da Lua de Mel: REGINA Sei que estás presente sempre em mim Quero estar presente sempre em ti Quero amar-te tanto até que possa Pressentir que a vida nossa Em uma vida eu reuni ! Lua, que neste instante me ilumina, Vem dizer a ela que a canção Que estou compondo ao violão, Terá por nome o seu: REGINA. E assim, eu canto a minha inspiração Que a saudade foi buscar No fundo do meu coração Pois só assim eu sei cantar (Bis) SAMBA DA LUA DE MEL Regina ouve esse samba que é teu Feito pelo marido teu, Todo inspirado no amor Regina nele ele diz que te ama Qual no inverno a chama Nos traz ao peito calor Querida, canta ele por fim Sem ti o que será de mim Neste mundo tão cruel ? Casei-me, e pela vida inteira Serás minha companheira, Sempre em lua de mel !!! Foi, também, nessa época, que Regina ganhou, de Paulito, o seu acróstico: Recolho da fonte a água nas mãos E a água se esvai e corre pro mar Goteira contínua que o ser não domina, Inspira-me versos, vontade de amar No mar eu deponho o amor que te tenho, Afogo-me nele, me deixo matar A entrada de Regina na família Uchôa, foi marcada, primordialmente, pela sua iniciação aos assuntos místicos e esotéricos. Seu sogro, o saudoso e inesquecível general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa (então coronel), conduzia pesquisas sobre materialização, cura paranormal e ensinava teosofia. Regina, cuja mãe era católica e o pai ateu, nunca havia sido exposta a esses assuntos, ainda considerados, por muitos, como tabus, na época. Seu espírito livre e mente curiosa e aberta, encontraram novos rumos em direção à espiritualidade. Não somente ela aderiu às reuniões, como sua própria mediunidade e fé desabrocharam livres e fortemente, aspectos que, profundamente, marcaram seu carater, sua contribuição ao próximo e à caridade, para sempre, ao longo de sua vida. Quando grávida de Denise, sua primeira filha, a veia poética de Paulo Roberto lhe ofereceu mais uma canção: FRUTO DO NOSSO AMOR Já num samba que eu fiz para você, Fui buscar no seu amor a inspiração: Lua de Mel, chama de inverno companheira Frases doces que cantou meu coração. Desta vez, vou cantar um samba-canção Pois eu sinto-me levado a compor. Porém, meu bem, hoje a minha inspiração É o doce e suave fruto do nosso amor Deus consentiu que o nosso amor frutificasse E, hoje, espero com ardente emoção. Que ele tenha, de você, meu bem, os traços, A Pureza, a beleza e o coração. Quero que os versos desta estrofe derradeira Sejam ouvidos por Jesus, Nosso Senhor, Pois que agradeço seu amor de companheira Perpetuado no fruto do nosso amor Denise nasceu no ano seguinte ao casamento, em 03 de março de 1964. Regina abraçou a maternidade e a filha com total dedicação, amor e orgulho. Foram para Brasília em agosto de 1964, onde ficaram, apenas, poucos meses, já que, no ano seguinte, Paulo Roberto, então tenente do Exército, partiu em missão de um ano com a ONU, no chamado Batalhão Suez, na Faixa de Gaza e deserto do Sinai/Egito. Esse ano de separação foi, para Regina, especialmente difícil e doloroso devido à morte prematura de seu segundo filho, Alexandre Yog, causada por erro médico, onze dias após seu nascimento. Com o apoio das famílias, sua e do marido, mais as "fonias" semanais, oferecidas pelo Exército, ela aguardou, ansiosamente, pelo reencontro. Em agosto de 1966 o casal retorna à Brasília. A nova Capital, em pleno processo de construção, transferência e consolidação, ofereceu à Regina a oportunidade de demonstrar seu espírito adaptável, maleável à novas situações e circunstâncias, como uma verdadeira pioneira ("piotária", como ela mesma diria em seu irreverente bom humor). Com o nascimento da segunda filha, Liane, em 08 Nov 1967, a família se completou. Sua vida tornou-se ocupada entre as crianças e seu trabalho como professora de Jardim de Infância, cargo que ocupou por haver obtido o primeiro lugar em concurso público do Governo do Distrito Federal. Cheia de energia, senso de humor e criatividade, Regina foi uma professora alegre e feliz. Até sua filha Denise gostava de passar o dia em sala de aula com a mãe professora. Apesar da real vocação por medicina, sua opção de acompanhar o marido nas frequentes mudanças exigidas pelo Exército não lhe propiciou a oportunidade de seguir uma só carreira. Entretanto, ela sempre buscou ocupações e desenvolveu, ao longo de sua vida, diversos outros interesses e atividades. Regina é a criadora de um lema que, dificilmente, encontra opositores: "Por trás de um grande homem existe, sempre, uma grande mulher que entrou pelo cano ". Depois de quase cinco anos em Brasília, a família se mudou para o Rio, onde o "Cap Uchôa" cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais - EsAO (1970/71), de onde foram para Resende (1972/73), morar na Vila Militar da Academia Militar das Agulhas Negras. Nessa fase, Regina se dedicou à Yoga e às filhas, com visitas mensais ao ortodentista, no Rio e hepatite de Denise. De volta à Brasília, em 1974, Regina se matriculou em um curso de inglês, o que se mostrou útil um ano mais tarde, quando a família se mudou para o Fort Benning, na Georgia - EUA. Aí, mais uma vez, Regina demonstrou sua capacidade de adaptação, agora em um país estrangeiro, onde logo dominou a língua, dirigia, com desembaraço pela cidade e cuidava de 3 crianças ( o sobrinho André, filho dos cunhados Luiz Carlos e Mathilde, morou com ela durante o ano que esteve nos EUA - 1975/76). As compras, viagens, passeios e experiências, foram o resultado de um ano feliz, cheio de esperanças, que deixaram marcas positivas e criaram laços com os EUA que seriam, mais tarde, de grande valia para ela. De volta para a Vila Militar - Deodoro, no Rio, Regina continuou seus estudos de inglês, na Cultura Inglesa, desta vez acompanhada da filha Denise e, mais tarde, por Liane, com o firme propósito de não perderem a habilidade adquirida durante o ano vivido nos EUA. Todas as três, anos mais tarde, terminavam o curso completo. Em 1978/79, o marido foi cursar a Escola de Estado-Maior (ECEME), e a família se mudou para a Praia Vermelha. Regina se dedicou, nesse período, a combater e vencer um trauma, o qual ela decidiu encarar de frente, até eliminá-lo, com sua típica determinação e coragem: ela tinha medo de pessoas cegas. Corajosamente Regina se ofereceu como voluntária para ler para os cegos do Instituto Benjamim Constant, onde fez amigos e realizou um belo trabalho de caridade. A proximidade da praia foi uma festa para ela, que coordenava suas atividades de sorte a poder desfrutar o sol e o mar, que aprendeu a amar desde que, muito criança, ia cedinho com o pai, na praia de Icaraí, ajudá-lo a pescar caranguejos. Em 1980 foram morar em Niterói, a saudosa cidade de onde se afastara desde a década de 60. A alegria durou pouco pois, um ano depois, lá estavam eles de volta à Brasília. Com as filhas já crescidas e o marido viajando muito (servia na Presidência da República), Regina uma vez mais encheu-se de coragem e determinação e iniciou uma nova e bem sucedida carreira com venda de jóias, na conhecida rede H STERN. Sua facilidade de comunicação, simpatia, perspicácia, bom gosto e largo conhecimento de pedras preciosas fizeram dela, em poucos meses, a lider em vendas de todas as lojas de Brasília, posição que manteve ao longo dos 6 anos em que trabalhou no ramo. Em 1990, torna Regina a abdicar de seu trabalho para acompanhar o marido em mais uma missão nos EUA. É curioso lembrar que, certa vez, na praia de Olinda, uma cigana se aproximou dela, tomou sua mão e disse: " Você tem a bandeira dos EUA na palma de sua mão ". A previsão fez sentido, um ano mais tarde. Apesar de que a vida em Brasília estivesse cheia de atrativos, principalmente a nova casa no Lago Norte, Regina seguiu animada, qual uma "camaleoa", afirmando, como sempre, que: "Se o lugar é vermelho, eu já vou cor-de-rosa ". ( Ver sobre essa missão nos EUA, na biografia de Paulo Roberto). Regina se encaixou na nova vida como uma luva: em menos de um mês já dirigia pela cidade, conhecia todos os Shopping Centers, já havia feito várias amigas entre as esposas dos oficiais estrangeiros, enfim, totalmente à vontade com a lingua, os costumes, a rotina e, principalmente, sua indeclinável condição de "embaixatriz" do Brasil, representando, com requinte, o seu país e a sua cultura (eram os únicos brasileiros na cidade de Hampton-VA). Nos dois incrivelmente intensos e bem vividos anos nos EUA, destacam-se as viagens à Europa já citadas na biografia de Paulo Roberto e um belíssimo passeio pelo Mediterrâneo, ao longa da Côte DAzur, ilhas da Córsega e Sardenha, acompanhando a filha Liane e o genro João, à convite dos pais dele, Verdi e Sônia. Suas duas filhas casaram-se nos EUA ( ver detalhes nas biografias de Denise e Liane ). O casamento civil de Liane, realizado em Washington D.C. fez com que Regina, morando em Hampton, três horas de carro, ao sul, se desdobrasse para oferecer duas requintadas recepções: no gabinete do Adido do Exército junto à Embaixada e na residência dos amigos Ariel e Suzana que, gentilmente, colocaram a casa à disposição. Já a recepção do casamento de Denise, após a bela cerimônia religiosa na Capela do Centurião (Fort Monroe-Sec XIX), deu-se nos salões do Hotel Chamberlain, onde compareceram 150 amigos que ficaram encantados com a decoração e o delicioso buffet organizados por Regina, com tanto amor e capricho naquele ambiente arquitetônico do século passado, com direito a pitadas de sensação de " E o vento levou ". Regina e Paulo Roberto retornaram sozinhos ao Brasil (Brasília), em Out 92, deixando as filhas entregues às suas próprias vidas, no hemisfério norte. Foi um regresso feliz, e uma curta permanência de cinco meses, em Brasília, desfrutando, pela primeira vez, da casa nova comprada três anos antes. Em dezembro desse ano, Regina perdeu seu pai. Após 8 anos de luta com o "Mal de Alzeimer", ele, finalmente, descansou. Deixou, em Regina, a marca de seu amor à arte, à música clássica, aos ballets, à literatura brasileira, ao artesanato popular, às viagens culturais.à justiça, ao amor ao próximo e um senso de humor que os identificavam como pai e filha. A carreira de Paulo Roberto atingiu o mais alto patamar com a sua promoção a general em março de 1993. O evento mereceu uma querida surpresa, com a vinda das filhas para a entrega de espadas, e uma mudança inesperada para o local mais "temido" da carreira de esposa de militar: A SELVA. "Intimamente", Regina sempre soube que acabaria lá, um dia Só ela seria capaz de descrever os sustos com as aranhas medonhas, as ratazanas gigantescas que cruzavam seu jardim, os jacarés que atravessavam a rua em frente à sua casa, os dilúvios com estrondosos trovões, as enchentes de Marabá e o calor que fez com que ela se abanasse, contantemente, durante um ano. Mas ela, como sempre, soube aproveitar o lado bom: conheceu Manaus, o rio Amazonas e o rio Negro; encantou-se com Belém, Tucuruí, Carajás e Santarém; viajou 1000 Km de trem até São Luis, no Maranhão; passeou de lancha nos rios Xingu (Altamira) e Tapajós (Itaituba); fez pic- nics nas praias de alvas areias do rio Tocantins e, principalmente, apoiou e ajudou muito o marido na condução da vida social e comunitária da guarnição militar, onde constavam 3 vilas militares e dois clubes. Regina descobriu o artesanato marajoara, as madeiras nobres (com que mandou confeccionar belos móveis, segundo seus próprios desenhos), a riquíssima cultura popular e os contagiantes rítmos locais. Em suma, ela viveu, intensamente, a Amazônia, com curiosidade, entusiasmo e um renovado amor ao novo Brasil (ou ao Brasil do futuro) que a encantou, descrevendo, em minúcias, suas mil descobertas em faxes regulares para as filhas, nos EUA. De volta à Brasília, em maio/1994, retomou suas atividades no AWC (American Wives Club - ao qual se filiara tão logo chegara dos EUA), onde fez um grande número de amigas, cursou paisagismo, decoração de interiores e, com seu amor pelo verde, criou um belo jardim tropical no, anteriormente, sêco e vazio jardim de sua casa. Os anos que se seguiram também foram de tristeza constante, com a longa enfermidade de seu sogro. A repentina perda de sua sogra, sua querida D.Enita, lhe deixou um vazio nos mais de 30 anos de convívio e admiração mútua. Um ano depois foi a vez de seu sogro se libertar . Ele, que fôra seu primeiro mentor espiritual, lhe deixou, impregnando todo o seu ser, uma lição de profunda fé, caridade e amor, atributos que Regina tem como os mais caros à sua existência. Em mais uma viagem à Europa/Ásia , dessa vez Grécia e Turquia, junto com Paulo Roberto, Liane e família, Regina ficou fascinada pelos milenares tecelões de tapetes, pela cultura exótica, pela riqueza dos palácios dos sultões, pela limpeza e civilidade de uma região ainda tão pouco conhecida dos turistas brasileiros. Tudo o que viu e aprendeu, em termos de arte, Regina repassou às amigas, até mesmo apresentando palestra sobre a tapeçaria turca, ilustrada por vídeo caprichosamente filmado e editado pelo seu orgulhoso e alegre colaborador, Paulo Roberto. Parents: Lincoln GOMES PEREIRA and Leontina GOMES PEREIRA. She was married to Paulo Roberto Yog de Miranda UCHÔA on 19 Jan 1963 in Niteroi - Rio de Janeiro. Children were: Denise Uchôa SLATER, Liane Pereira de Mendonça UCHÔA, Alexandre Yog Pereira de M. UCHÔA. Virgílio
de Mendonça UCHÔA was a Médico. He Migrou muito jovem para
Minas Gerais. He Sogro de Israel Pinheiro. Parents:
José Zeferino de Mendonça UCHÔA and
Benedita Pinheiro de Mendonça UCHÔA. Maria
VIEIRA RABELLO was born in 1890 in Rio Casca - MG. Parents:
Felisberto Vieira de Souza RABELLO and Maria Luiza
CARMO.She was married to Belisario GOMES PEREIRA . Children were: Lincoln GOMES PEREIRA. |