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SECOND GENERATION
2. Luiz Carlos Krish de Miranda UCHÔA
was born on
18 Apr 1938 in Niteroi - Rio de Janeiro. He Conhecido (a) como Krish ou Comandante
Krish. - LUIZ CARLOS KRISH DE MIRANDA
UCHÔA
Filho do casal ENA e MOACYR, nasceu na cidade de Niterói, Estado do Rio
de Janeiro, no dia 18 de abril de 1938. Seu pai era, então, Capitão
do Exército.
Quando seu pai voltou do cartório onde fora registra-lo, sua mãe perguntou
o porque do "KRISH"? Respondeu dizendo que tivera dois motivos: primeiro,
o aspecto religioso, pois KRISH, como raiz de nome hindu, vinculava-se a KRISHNA
e a KRISNAMURT, ao mesmo tempo que ao próprio CRISTO. Segundo, porque achava
o nome adequado para um Oficial de Marinha, como, por exemplo:
" A ESQUADRA BRASILEIRA COMANDADA PELO ALMIRANTE KRISH..."
Foi crescendo e tornou-se em uma bela criança. Sua tia NÉA, irmã
de sua mãe, e sua tia MARIQUITA, cunhada de seu avô materno, sempre
foram suas fãs, tendo-lhe verdadeira adoração. Aos três anos
de idade, conhecia todas as letras do alfabeto e chamava, a si próprio,
de TITACO. Um mês depois de completar um ano, nasceu sua irmã ANNA
MARIA e, no ano seguinte, PAULO ROBERTO. Foram seus padrinhos, seu tio DARCY,
irmão de seu pai e sua tia NÉA, irmã de sua mãe.
Aos cinco anos de idade frequentou a escola, pela primeira vez. Foi o Externato
PIO XI, em Niterói. Em 1945 a família foi para Resende, por motivo
da transferência da Escola Militar para aquela cidade, uma vez que seu pai
era professor da mesma. Em RESENDE, Luiz Carlos fez o primário no Grupo
Escolar Olavo Bilac e o secundário no Colégio Dom Bosco.
Quando tinha 13 anos, nasceu-lhe outra irmãzinha, ANGELA MARIA, que foi
sua afilhada de batismo.
Na 4ª série ginasial, mostrou desejo de ingressar na Marinha. Seu
pai gostaria mais que ele fosse médico, mas não contrariou sua escolha.
Na época própria, seguiu para o Rio e fez, com o auxilio de seu tio
ELYSIO, marido de sua tia NÉA, as inscrições para o vestibular.
Aprovado, foi para o Colégio Naval, em Angra dos Reis.
Na primeira semana, talvez por falta de adaptação ao ambiente totalmente
desconhecido, aos trotes exagerados, etc, telefonou para os pais dizendo que
queria deixar o Colégio. Seu pai, porém, o convenceu a ficar, pelo
menos até a metade do ano, quando já poderia sair com o certificado
de reservista. Ele aquiesceu e foi muito apoiado pelos pais que iam, constantemente,
visitá-lo.
Completou 15 anos na primeira semana de estada no Colégio Naval. Sua avó
materna foi de Niterói e seus pais e irmãos, de Resende, para felicitá-lo.
Levaram um belo bolo em feitio de navio, mas que foi cortado no quarto do hotel
em que sua avó estava hospedada, para evitar que fosse motivo de trote,
caso os colegas soubessem.
No segundo ano do Colégio Naval, já havendo um aluno com o nome de
guerra UCHOA, o seu nome de guerra passou a ser KRISH. Dai ser chamado "aluno
Krish", "aspirante Krish", "tenente Krish", etc, o que
começava a concretizar a profecia de seu pai, quando o registrou.
Terminado o Colégio, seguiu para a Escola Naval, no Rio de Janeiro. Na
festa de entrega do espadim, recebeu o mesmo das mãos de seu pai.
Passava os fins de semana na casa de seus avós maternos, em Niterói.
Comprou, então, um barco à vela e passou a correr regatas e fazer passeios
marítimos, velejando sempre que podia.
A festa de "GUARDA MARINHA" foi muito bonita, tendo sido DINDA, sua
avó materna, a sua madrinha, que lhe entregou a espada de oficial. À
noite, no baile de formatura, estava muito bonito, na sua casaca, farda de gala
para essa cerimônia.
Quando de sua viajem de instrução ao redor do mundo, seus pais estavam
morando em Salvador e ficaram felizes quando o viram, entre os colegas, na festa
que a Marinha lhes ofereceu.
Passou a servir na Esquadra Brasileira, como "ASPIRANTE KRISH". Seus
pais sempre o admiraram e têm, por ele, um grande amor e carinho, pois nunca
lhes deu desgostos ou preocupações.
É dinâmico e gosta de fazer negócios. Trocou o barco à vela
por uma lambreta, esta por um terreno e este por um apartamento. Muito inteligente
e habilidoso, nada para ele apresentava dificuldade. Nunca ninguém lhe ensinou
a dirigir e, quando pela primeira vez, aos 14 anos, pegou no volante, saiu dirigindo
com calma, segurança e desembaraço.
Fez sua 1ª comunhão em uma cerimônia religiosa na Igreja Gnóstica,
no Colégio Pitágoras, em Resende.
No dia 8 de abril de 1961, dias antes de completar 23 anos, casou-se com MATHILDE
KRAICHETE, casamento este de muito agrado das duas famílias. Da união
nasceu-lhes, em 1962, o primeiro filho, ANDRÉ LUIZ; em 1965, a segunda,
CLÁUDIA e em 1967, o terceiro, MARCELO. As 3 crianças completaram
a felicidade do casal.
Krish sempre foi muito bem quisto pelos seus superiores na Marinha. Serviu
no Rio de Janeiro e Florianópolis. Nos Estados Unidos fez um curso na Fleet
Sonar School, em KEY WEST, na FLORIDA. Foi instrutor de oficiais, por vários
anos, no Centro de Treinamento da Esquadra, conhecido como "CAMALEÃO".
Participou das manobras militares denominadas UNITAS, juntamente com a marinha
americana. Fez diversos cursos, entre eles o de Guerra Submarina, Sonar e Estado
Maior. Em 1971 foi transferido para a Base Naval de Florianópolis, onde
serviu por um ano. Serviu, também, na Capitania dos Portos do Rio de Janeiro
e comandou o Destroier BAEPENDI.
Morava em Niterói, na Praia das Flechas, quando foi transferido para
Brasilia, a fim de servir no Estado Maior da Armada. Nas suas promoções,
chegou a Capitão de Fragata.
Desiludido com injustiças na promoção de colegas e superiores,
e não gostando de servir "atrás de uma mesa", quando sua
paixão era o mar, pediu transferência para a reserva, em 1977, indo
trabalhar com o Almirante Sá Earp, seu grande amigo.
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Como acima foi dito, Luiz Carlos foi trabalhar com seu grande amigo no CONSELHO
NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA, nome da Associação Nacional dos Práticos,
como Assessor da Presidência, para os assuntos de navegação e
náutica, passando a lidar com os Práticos dos portos brasileiros.
No período de março de 1977 a abril de 1978, aproveitando fins de
semana e feriados, e a boa vontade de seu amigo Sá Earp, que o liberava
- comandou inúmeros, rebocadores em viagens de reboque pela costa brasileira,
partindo da indicação, para tal, de outro seu grande amigo, o Comandante
Darcy Marinho, ficando de tal forma conhecido nesse ramo de trabalho extra, que
algumas oportunidades se lhe surgiram e foram aproveitadas como atividades paralelas
às que desempenhava como Assessor do CONAPRA. Senão vejamos:
Em julho desse mesmo ano, passou 15 dias nos campos petrolíferos de alto
mar, na bacia de Campos, manobrando petroleiros para carga de petróleo extraído
daquela bacia. Foi Luiz Carlos quem desatracou o 1° navio carregado com
petróleo , da torre de carregamento do famoso Campo de GAROUPA.
Em 1978 e em 1980 em seus períodos de férias e/ou licenças, conduziu
rebocadores de alto mar construídos nos USA e Canadá (dos quais foi
o primeiro Comandante) em suas viagens inaugurais para o Brasil. Em julho de
1982 passou três meses nos Estados Unidos acompanhando a obra de grandes
reparos de um navio de Transporte de Carga Pesada no Convés, adquirido por
uma empresa brasileira sendo, também deste, o seu primeiro Comandante.
Ainda em meados de 1977, e seguindo as novas atividades do amigo Sá Earp
( que fora eleito Vice-Presidente e, mais tarde, Presidente da Companhia Iguaçu
de Café Solúvel, em Cornélio Procópio, Estado do Paraná),
foi nomeado Procurador dessa Companhia, no Rio de Janeiro, para representá-la
junto ao Banco do Brasil- Carteira do Comércio Exterior - CACEX, e ao Instituto
Brasileiro do Café - IBC, aprendendo e desenvolvendo uma atividade completamente
nova e diferente de sua formação militar-naval. A preparação
eclética que a Marinha dá aos seus oficiais muito facilitou o seu
aprendizado e desempenho, tendo, por sua atuação na CACEX, tido oportunidade
de contribuir, decisivamente, na obtenção de grandes lucros, por parte
da empresa, no tocante a financiamentos de exportação. Por volta de
1987, a Companhia Iguaçu abriu escritório no Rio de Janeiro, que assumiu
as atividades exercidas por Luiz Carlos, tendo ele assumido a Assessoria da Diretoria
para Assuntos de Segurança, passando a integrar o Comitê de Segurança
da Fábrica em Cornélio Procópio , havendo contribuído nas
áreas de segurança física, industrial e administrativa, bem como
na formação e treinamento de suas equipes (ou brigadas) de combate
a incêndio. Esta atividade se desenvolveu até abril de 1990, quando
, por doença do Almirante Sá Earp, este se afastou da Presidência
da empresa, ocasião em que Luiz Carlos, dela, também, se desligou.
Em abril de 1989, devido à reformulação do CONAPRA, passou a
ser seu Secretário-Executivo, onde permanece até hoje ( dez. de 1995).
He was married to Mathilde Kraichete de Miranda UCHÔA on 8 Apr 1961 in
Niteroi - Rio de Janeiro. Mathilde Kraichete de Miranda
UCHÔA
was born on
9 Nov 1942 in Niteroi - Rio de Janeiro.
- MATHILDE KRAICHETE DE MIRANDA UCHÔA
Nascida em 9 de novembro de 1943, em Niterói, RJ, filha de um grande cardiologista,
EDUARDO KRAICHETE - descendente de família libanesa - e de LIEGE KRAICHETE,
ambos naturais de Salvador, BA.
Professora, de olhos azuis, prendada, bonita e elegante, prendeu o jovem Krish.
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Após o casamento, em 1961, rapidamente se adaptou à família,
tendo, inclusive, adotado o sobrenome MIRANDA, por sua livre vontade. Pelo grande
contato, desde a época de namorada de Luiz Carlos, com a saudosa DINDA (mãe
de Ena e avó de seu marido), à ela se afeiçoou bastante, sofrendo
muito por ocasião de seu falecimento no ano seguinte, 1962, quando estava
grávida de André Luiz, que lhe seria o primeiro bisneto.
Em 1963, de novembro, à março do ano seguinte, acompanhou Luiz Carlos
por ocasião de um curso nos Estados Unidos, havendo ficado 3 meses na Flórida,
na cidade de Key West, tendo sido essa a sua primeira viagem à América
do Norte. Mais tarde, já quando sua segunda filha, Cláudia, estava
com cerca de um ano e meio, e durante a gravidez de Marcelo, terminou o seu Curso
Normal, passando a lecionar, por um certo período. Entretanto, não
era essa a sua aspiração, a qual, na verdade, se concretizou mais tarde,
quando passou a dedicar-se à Moda feminina, atividade à que está
ligada, firmemente, desde 1975. Abriu sua própria boutique e, logo, estava
confeccionando para a loja. Alguns anos depois, ao concluir que o que realmente
gostava era da criação de moda, fechou a loja para se dedicar,
exclusivamente, à confecção. A par das coleções que
fazia para as diversas estações, aprimorou-se no artesanato de roupas
finas para casamentos e festas, e na sua maior paixão , após os netos,
que são as roupas de noivas. Desde 1991 passou a se dedicar somente às
roupas sob medida.
Em 1978, acompanhando Luiz Carlos em uma de suas idas aos EE.UU. para trazer
rebocadores de alto mar para o Brasil, descobriu New York, e desde então
sempre que pode vai por lá. Ultimamente tem ido anualmente.
Luiz Carlos Krish de Miranda UCHÔA and Mathilde Kraichete de Miranda UCHÔA
had the following children:
+6 i.
Andre Luiz Kraichete de Miranda UCHÔA.
7 ii. Marcelo
Kraichete de Miranda UCHÔA
was born 20
Mai 1967 in Niteroi - Rio de Janeiro. - MARCELO
KRAICHETE DE MIRANDA UCHÔA
Nasceu em Niterói, RJ, no dia 20 de maio de 1967. Com dias de nascido,
teve um problema respiratório que alarmou seus pais, avós e tios mas,
com a graça de Deus, tudo foi superado, e Marcelo, lourinho, de olhos azuis,
parecia um principezinho.
Nancy e Walter Nery, casal muito amigo de seus pais, foram seus padrinhos de
batismo. Cresceu belo e querido de todos. Estudou nos Colégios Miraflores
e La Sale, onde fez a primeira comunhão, em novembro de 1976.
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Terminando o 2° Grau em agosto de 1986, entrou para a Faculdade
de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Do meio para
o fim do curso, trancou sua matrícula, indo em dez/90 para os Estados Unidos,
ficando por 6 meses, com o tio Paulo Roberto ( então coronel do Exército
que lá estava a serviço), morando em Hampton, Estado da Virgínia,
onde fez cursos de Inglês e de Computação Gráfica, obtendo
ótimo aproveitamento, como foi atestado pela diretoria do estabelecimento
de ensino que frequentou. No final do período letivo, foi para a Europa,
onde, por cerca de 30 dias, circulou de trem por inúmeros países, voltando
aos USA e em seguida ao Brasil, em junho de 1991.
Terminou o seu curso de Arquitetura em julho de 1992 e, após alguma dificuldade
de obtenção de emprego, foi contratado pela UNIVERSIDADE NORTE FLUMINENSE,
em janeiro de 1993, indo trabalhar na sua construção, em Campos -
RJ, cidade essa de que sempre gostou , pois, desde a sua juventude, frequentou
assiduamente a casa dos tios José Carlos e Reneé , amigos dos seus
pais, desenvolvendo uma grande amizade com os filhos do casal, Carlos Renato,
José Henrique e Ana Luzia. Por insistente convite dos tios, desde essa
época vem morando na casa deles.
+8 iii.
Claudia Kraichete Uchôa AMORA. |